Nada de vinho para as mulheres. Era esta a "dura lex" que imponeva os antigos Romanos as mulheres.
Mas porque as mulheres não podiam beber vinho?
Porque segundo os antigos Romanos, o vinho leva a mulher a desonestidade e ao adultério. Em outras palavras, os Romanos estabeleceram uma ligação entre o vinho e a transgressão sexual, como se o vinho de alguma forma tornasse a mulher impura.
Para controlar as mulheres, esisteva o ius oculis, o direito do beijo, para ver se ela tinha bebido.
A ingestão de vinho por uma mulher era considerado um crime como o adultério e o aborto sem o consentimento de seu marido. E a mulher poderia ser condenada à morte.
As mulheres podiam beber vinhos camuflados, ou seja, vinhos que nao eram vinhos, como por exemplo, vinhos doces que nao passavam por fermentaçao.
Ainda bem, que nao nasci naquela epoca rsssssssssss!
Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
O vinho era negado as mulheres na Roma antiga
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sexta-feira, 17 de junho de 2011
Com a colheita 2010-2011 a Itália se tornou o maior produtor de vinho do mundo
Com os resultados finais da última colheita 2010-2011a Itália se tornou o maior produtor de vinho do mundo tirando o recorde anteriormente detido pela França.
Isto foi afirmado por Coldiretti é com base nos dados da Comissão Europeia que detectam uma produção de 49,6 milhões de hectolitros na Itália, e 46,2 milhões de hectolitros na França, com uma queda de 3,7%. A primazia do Made in Italy é o resultado de uma estabilidade substancial da produção na Itália e um declínio na França explica Coldiretti .
Mas, todo nòs sabemos que quantidade nao è sinonimo de qualidade, mas uma coisa è certa, quando o assunto è qualidade a Italia faz notar o seu diferencial, nao è por acaso que cerca de 60% da produção nacional é representada por vinhos de qualidade com 14,9 milhões de hectolitros de vinhos DOCG / DOC e 15,4 milhões de hectolitros de vinhos IGT.
Um resultado animador também vem em relaçao as exportações, que aumentou em 15% nos dois primeiros meses de 2011. Um crescimento de 31% de importaçao para os Estados Unidos, depois para Alemanha, mas também a um aumento de 6% das exportações na União Europeia e um aumento significativo e auspicioso de 146% na China. "
Uma tendência que confirma os resultados positivos obtidos a partir do vinho Made in Italy no exterior em 2010 com uma exportação recorde de 3,93 bilhões, superando pela primeira vez o consumo nacional.
O volume de negócios total do vinho italiano em 2010 foi de EUR 7,82 bilhões. Supremacia italiana sobre os franceses também no que diz respeito a marcas doc: em Itália pode contar com 504 vinhos de denominação de origem controlada (DOC), controlada e garantida origem (DOCG) e IGT (330 vinhos DOC, DOCG e IGT 118. 56) . (ANSA).
Autore: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
Isto foi afirmado por Coldiretti é com base nos dados da Comissão Europeia que detectam uma produção de 49,6 milhões de hectolitros na Itália, e 46,2 milhões de hectolitros na França, com uma queda de 3,7%. A primazia do Made in Italy é o resultado de uma estabilidade substancial da produção na Itália e um declínio na França explica Coldiretti .
Mas, todo nòs sabemos que quantidade nao è sinonimo de qualidade, mas uma coisa è certa, quando o assunto è qualidade a Italia faz notar o seu diferencial, nao è por acaso que cerca de 60% da produção nacional é representada por vinhos de qualidade com 14,9 milhões de hectolitros de vinhos DOCG / DOC e 15,4 milhões de hectolitros de vinhos IGT.
Um resultado animador também vem em relaçao as exportações, que aumentou em 15% nos dois primeiros meses de 2011. Um crescimento de 31% de importaçao para os Estados Unidos, depois para Alemanha, mas também a um aumento de 6% das exportações na União Europeia e um aumento significativo e auspicioso de 146% na China. "
Uma tendência que confirma os resultados positivos obtidos a partir do vinho Made in Italy no exterior em 2010 com uma exportação recorde de 3,93 bilhões, superando pela primeira vez o consumo nacional.
O volume de negócios total do vinho italiano em 2010 foi de EUR 7,82 bilhões. Supremacia italiana sobre os franceses também no que diz respeito a marcas doc: em Itália pode contar com 504 vinhos de denominação de origem controlada (DOC), controlada e garantida origem (DOCG) e IGT (330 vinhos DOC, DOCG e IGT 118. 56) . (ANSA).
Autore: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
sábado, 4 de junho de 2011
Charta del Lago de Caldaro
A Charta consiste em uma auto-regulamentaçao feita e assinada conjuntamente por pelo menos 19 produtores de vinho local, o que garante ao consumidor uma seleção de vinhos de qualidade superior. O vinhos sao produzidos com uvas Schiava, a qual nos ultimos anos vem mostrando um grande interesse da parte do consumador.
Os produtores que assinaram a Charta devem seguir um especifico e rigoroso disciplinar na produçao do vinho, o qual è reconhecido pelo selo de qualidade na etiqueta com a frase "Selection Kalterersee DOC", como na foto ao lado.
A Caldaro esiste mais de 600 hectares de vinhedos plantados. Mais de 260 hectares sao de uva Schiava, uma videira que aqui encontra o seu habitat natural pelo o clima mediterrâneo e pela particularidade do solo vulcânico, mas apenas uma centena desses hectares respondem aos rigorosos criterios de qualidade previsto no disciplinar.
O vinho "Selection Kalterersee Doc" é produzido a partir das melhores vinhas plantadas ao redor do lago e cultivadas até 450 metros acima do nível do mar, a colheita è seletiva e manual.
Os produtores:
Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
Para saber mais visite o link: http://www.wein.kaltern.com/
Os produtores que assinaram a Charta devem seguir um especifico e rigoroso disciplinar na produçao do vinho, o qual è reconhecido pelo selo de qualidade na etiqueta com a frase "Selection Kalterersee DOC", como na foto ao lado.
A Caldaro esiste mais de 600 hectares de vinhedos plantados. Mais de 260 hectares sao de uva Schiava, uma videira que aqui encontra o seu habitat natural pelo o clima mediterrâneo e pela particularidade do solo vulcânico, mas apenas uma centena desses hectares respondem aos rigorosos criterios de qualidade previsto no disciplinar.
O vinho "Selection Kalterersee Doc" é produzido a partir das melhores vinhas plantadas ao redor do lago e cultivadas até 450 metros acima do nível do mar, a colheita è seletiva e manual.
Os produtores:
- Cantina Castel Sallegg,
- Cantina Kellerei Kaltern,
- Cantina Erste + Neue,
- Cantina Josef Brigl,
- Cantina Lieselehof,
- Cantina Ritterhof,
- Cantina Peter Sölva e figli,
- Cantina Kettmeir,
- Cantina Oberpreyhof,
- Cantina Manincor,
- Cantina Morandell Dominikus,
- Cantina Niklaserhof,
- Cantina Klosterhof,
- Cantina Andi Sölva,
- Cantina Steflhof,
- Cantina Prälatenhof,
- Cantina T. Unterhofer,
- Cantina T. Pichler,
- Cantina Baron Di Pauli.
Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
Para saber mais visite o link: http://www.wein.kaltern.com/
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
Schiava
Geralmente quando se fala em vinhos da regiao do Alto Adige, muitas pessoas automaticamente pensam em vinhos brancos, mas nessa terra onde os vinhedos sao um elemento significativo, se produz principalmente vinhos tinto. A schiava è a uva mais representativa da regiao, com quase 60% de toda a produção de vinho, seguido por lagrein com apenas 6% e assim por diante de todos os outros tipos.
A Uva Schiava tem origem antiga, jà era mencionada em operas do XIII secolo. Seu nome deve derivar do tipo de cultivo das plantas, uva schiava era definido como aquelas variedades, atè mesmo diferentes entre elas, que eram cultivadas em baixa tensão ao longo das linhas e ligados entre si, ao contrário, dos outros tipos de uva que eram cultivadas com os cachos mais elevados.
Mais que uma videira, è melhor falar de um grupo de variedade de uvas das quais fazem parte:
Schiava Grossa: seu nome deriva das suas características particulares, ou seja, do tamanho dos cachos de uvas que è particularmente grande.
Sinonimos que voce pode encontrar nas garaffas de vinho produzidas com essa uva: schiavone, uva meranese, grossvernatsch, frankenthal, frankenthaler, trollinger.
Sinonimos: schiava piccola e media, kleinvernatsch, mittelvernatsch, rotervernatsch.
Carateristicas:
Desde 2004, uma vez por ano, é realizado o troféu Schiava Alto Adige. Um grupo de jornalistas, enólogos e amantes do vinho da Itália, Alemanha, Suíça e Áustria vão degustar os vinhos do sul do Tirol Vernatsch e expressa a sua avaliação. Os melhores vinhos da degustação será atribuído o título de "Schiava do ano".
Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
A Uva Schiava tem origem antiga, jà era mencionada em operas do XIII secolo. Seu nome deve derivar do tipo de cultivo das plantas, uva schiava era definido como aquelas variedades, atè mesmo diferentes entre elas, que eram cultivadas em baixa tensão ao longo das linhas e ligados entre si, ao contrário, dos outros tipos de uva que eram cultivadas com os cachos mais elevados.
Mais que uma videira, è melhor falar de um grupo de variedade de uvas das quais fazem parte:
Schiava Grossa: seu nome deriva das suas características particulares, ou seja, do tamanho dos cachos de uvas que è particularmente grande.
Sinonimos que voce pode encontrar nas garaffas de vinho produzidas com essa uva: schiavone, uva meranese, grossvernatsch, frankenthal, frankenthaler, trollinger.
- Schiava Grigia: é uma variedade particularmente resistente que se adapta bem a qualquer terreno, o seu nome provavelmente deriva do pruinose, um véu cinzento que cobre a cor azul-violeta das peles das uvas.
- Sinonimos: grau vernatsch, grauer.
- Schiava Gentile: também conhecida como schiava menor pelo tamanho dos cachos, foi descrita pela primeira vez em 1906 da Molon e posteriormente nel 1932 da Rigotti.
Sinonimos: schiava piccola e media, kleinvernatsch, mittelvernatsch, rotervernatsch.
Carateristicas:
- Área de produção: Trentino Alto Adige. A maior área de cultivo da vinha Vernatsch in Alto Adige si encontra proximo ao Lago di Caldaro. O Lago di Caldaro com o seu aroma floral agradável é o mais conhecido dos vinhos Vernatsch. É agradavelmente frutado, macio e tem um corpo harmonioso. O famoso Santa Maddalena, é produzido em Bolzano, aos pés do Monte Corno, e é o mais estruturado dos vinhos Vernatsch. O schiava do Alto Adige é cultivado principalmente nos municípios de San Michele Appiano, Termano e Cortaccia. O Meranese é cultivado ao redor da cidade de Merano, e é o mais perfumado e estruturado dos vinho Vernatsch.
- Harmonizaçao: Um vinho adequado para as refeições, vai bem com aperitivos e pratos típicos tiroleses, bacon e presunto, mas também com carnes brancas e queijos leves.
- Temperatura de serviço: 14-16 C
- A colheita geralmente ocorre no final de setembro ou início de Outubro.
- Epoca melhor para o consumo: de 1 a 4 anos da safra. E' um vinho para se beber jovem.
O schiava é um vinho leve, com taninos baixos. Tem um sabor frutado suave e agradável, que mostra muitas vezes uma pitada de amêndoas amargas. A schiava, de acordo com a área, o solo e o clima, da vinhos com carateristicas e estrutura muito diferentes: é principalmente no Santa Maddalena Classico que esta uva obtem melhores resultados. Santa Maddalena é um dos vinhos de schiava, mais encorpado e persistente, com cheiro da madeira e de frutos como cereja, amêndoa. A cor é mais vermelha, brilho intenso enriquecido pelas notas envolventes perfume de violetas, que se encaixa perfeitamente na harmonizaçao com o coelho, carnes vermelhas e queijos, mas não envelhecidos.
Desde 2004, uma vez por ano, é realizado o troféu Schiava Alto Adige. Um grupo de jornalistas, enólogos e amantes do vinho da Itália, Alemanha, Suíça e Áustria vão degustar os vinhos do sul do Tirol Vernatsch e expressa a sua avaliação. Os melhores vinhos da degustação será atribuído o título de "Schiava do ano".
Autora: Micheline Bavutti
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
Cantina Produttori di Terlano
Fundado em 1893, com mais de um secolo di história, a Cantina Produttori di Terlano não é apenas uma das cantinas mais antigas do Alto Adige, mas é sem dúvida uma das melhores (como definido na prestigiosa revista Decanter).
E' desta area que provem alguns dos mais importantes vinhos brancos italianos. Vinhos bracos capazes di durar ao longo do tempo, permanecendo vivo e de otima qualidade depois de várias décadas. Nao a caso se diz que os vinhos brancos de Terlano desafiam o tempo.
Os vinhos brancos di Terlano sao produzidos em grande parte com Pinot Blanc, o qual se tornou sinônimo de vinhos brancos italianos, no entanto, sem adotar o estilo francês que prever o envelhecimento em barris.
Terlano tem um terroir único, e uma natureza ideal para garantir a longevidade, a vitalidade e o frescor aos vinhos, graças ao conteúdo de pórfiro dos solos (que rende duradouro os vinhos brancos), sem falar no micro-clima, e da localização das vinhas, que pode chegar a quase 900 metros de altura. E tudo isso rende os vinos brancos de Terlano mais complexos, com maior equilíbrio desde o início.
A Cantina Produttori estar na pequena lista dos melhores produtores de brancos italianos.
Mais de 45% dos vinhedos do sul do Tirol são plantados com uvas brancas e a tendência é aumentar. Os vinhos do sul do Tirol são distinguidos pelo seu sabor frutado e fresco. As uvas brancas como a Gewürztraminer, Sylvaner, Müller-Thurgau, Riesling, Sauvignon, Veltliner e Kerner são conhecidos e apreciados em toda a Itália e tambèm além das fronteiras nacionais.
Aqui está uma lista dos mais famosos vinhos brancos:
Visitei Terlano e adorei, para visitar a cantina produttori è preciso marcar data e orario, nas quintas-feira eles tem sempre visitas de grupos, e caso voce passe nesse dia, eles nao fazem problema e inserir outras pessoas durante a visita.
Eles tambèm tem um local para a compra de vinhos e degustaçao, aqui na area de vendas nao precisa marcar orario, è sempre aberta ao publico.
Se voce deseja saber mais sobre o Alto Adige, clique em: http://italiain1bicchiere.blogspot.com/search/label/Alto%20Adige
Fotos:
Vinhos que degustei: depois foi impossivel nao comprar todos e mais alguma coisa. Maravilhosos!
Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
E' desta area que provem alguns dos mais importantes vinhos brancos italianos. Vinhos bracos capazes di durar ao longo do tempo, permanecendo vivo e de otima qualidade depois de várias décadas. Nao a caso se diz que os vinhos brancos de Terlano desafiam o tempo.
Os vinhos brancos di Terlano sao produzidos em grande parte com Pinot Blanc, o qual se tornou sinônimo de vinhos brancos italianos, no entanto, sem adotar o estilo francês que prever o envelhecimento em barris.
Terlano tem um terroir único, e uma natureza ideal para garantir a longevidade, a vitalidade e o frescor aos vinhos, graças ao conteúdo de pórfiro dos solos (que rende duradouro os vinhos brancos), sem falar no micro-clima, e da localização das vinhas, que pode chegar a quase 900 metros de altura. E tudo isso rende os vinos brancos de Terlano mais complexos, com maior equilíbrio desde o início.
A Cantina Produttori estar na pequena lista dos melhores produtores de brancos italianos.
Mais de 45% dos vinhedos do sul do Tirol são plantados com uvas brancas e a tendência é aumentar. Os vinhos do sul do Tirol são distinguidos pelo seu sabor frutado e fresco. As uvas brancas como a Gewürztraminer, Sylvaner, Müller-Thurgau, Riesling, Sauvignon, Veltliner e Kerner são conhecidos e apreciados em toda a Itália e tambèm além das fronteiras nacionais.
Aqui está uma lista dos mais famosos vinhos brancos:
- Pinot Blanc: A Pinot Blanc é um vinho branco fresco e frutado, cor amarelo-esverdeada para amarelo-pálido, com um ligeiro aroma de maçã.
- Chardonnay: Chardonnay é um vinho branco muito apreciado e solicitado, amarelo-esverdeado, aroma frutado e delicado, seco e fresco.
- Pinot Grigio: vinho branco com sabor delicado, suave e agradável.
- Gewürztraminer: Gewürztraminer é, entretanto, um dos vinhos mais populares do Alto Adige. É um vinho branco de or amarelo palha ao amarelo dourado, bem estruturado.
- Müller-Thurgau: A Müller-Thurgau é um vinho saboroso branco do amarelo esverdeado ao amarelo-pálido com uma delicada fragrância.
- Sauvignon: A Sauvignon é um vinho branco e fino, ligeiramente aromático, amarelo-esverdeado, com forte perfume de ervas.
- Silvaner: Silvaner é um branco agradavelmente fresco na cor do amarelo-claro esverdeada, com cheiro de feno cortado.
- Moscato Giallo: Vinho de sobremesa delicado e aromático, a cor vai do amarelo ao amarelo-dourado, com um aroma de uvas e um forte sabor doce.
- Riesling: Riesling, da Alemanha, é um vinho cor da luz amarela esverdeada, e um pouco etéreo.
- Kerner: Kerner é um branco aromático, de cor amarelo pálido com tons esverdeados, e com fragrância delicada.
- Veltliner: Veltliner é um vinho branco fresco e frutado, agradavelmente aromáticos cor amarelo-esverdeada, com aromas delicados de flores e ervas.
- Italiano Riesling: A Riesling Italiano é um vinho branco fresco e vivo de cor verde-claro a amarelo-pálido, com uma fragrância delicada e sutil.
Visitei Terlano e adorei, para visitar a cantina produttori è preciso marcar data e orario, nas quintas-feira eles tem sempre visitas de grupos, e caso voce passe nesse dia, eles nao fazem problema e inserir outras pessoas durante a visita.
Eles tambèm tem um local para a compra de vinhos e degustaçao, aqui na area de vendas nao precisa marcar orario, è sempre aberta ao publico.
Se voce deseja saber mais sobre o Alto Adige, clique em: http://italiain1bicchiere.blogspot.com/search/label/Alto%20Adige
Fotos:
Vinhos que degustei: depois foi impossivel nao comprar todos e mais alguma coisa. Maravilhosos!
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quarta-feira, 16 de março de 2011
O sistema di classificaçao dos vinhos alemaes
Na Alemanha esiste 7 classes de qualidade:
- "Qualitätswein mit Prädikat": os vinhos de qualidade com o predicado. Por sua vez esta categoria é dividido em seis categoria.
- "Kabinett"
- "Spätlese" ou colheita tardia,
- "Auslese", uma seleção dos melhores cachos de uvas,
- "Beerenauslese", que é o vinho de uvas maduras e selecionadas
- "Eiswein", o famoso vinho do gelo,
- "Trockenbeerenauslese", vinho onde as uvas são colhidas quando estão quase secas até se obter um vinho denso e concentrado, com um teor de açúcar importante.
Autora: Micheline Bavutti
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Fonte: D.V
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sábado, 12 de março de 2011
Alemanha: um vinho a ser descoberto
Hoje, a Alemanha é um dos melhores produtores de vinhos brancos do mundo, embora muitos continuem a pensar que seja apenas o país da cerveja. Riesling é a uva que produz vinhos nobres e duradouros que são difíceis de imitar.
Certamente a cultivaçao da uva na Alemanha, é difícil, pelo fato do frio. Portanto, as vinhas são frequentemente perto de rios e voltadas para o sul para aproveitar ao máximo a luz do sol. Por outro lado o clima do paìs porta a uma lenta maturação das uvas, e isso ajuda a enriquecer os aromas da uva, caracterizando os melhores vinhos alemães os quais apresentam uma acidez elevada.
Hoje existem 13 distritos de vinho para um total de cem mil hectares de vinha. As uvas brancas sao aquelas principalmente cultivadas (Riesling, Müller-Thurgau, Silvaner), embora, ultimamente, o Instituto Alemão do Vinho (Dwi) tem registado um crescimento de videiras de uvas vermelhas, especialmente Pinot Noir.
Os vinhos alemaes ainda oferece a vantagem do preço/qualidade.
Durante o Curso de Sommelier degustamos um vinho branco da Alemanha, gostei muito!
Esse modelo de garaffa aredondada na foto, inicialmente era reservado para os melhores vinhos da Francônia
Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
Certamente a cultivaçao da uva na Alemanha, é difícil, pelo fato do frio. Portanto, as vinhas são frequentemente perto de rios e voltadas para o sul para aproveitar ao máximo a luz do sol. Por outro lado o clima do paìs porta a uma lenta maturação das uvas, e isso ajuda a enriquecer os aromas da uva, caracterizando os melhores vinhos alemães os quais apresentam uma acidez elevada.
Hoje existem 13 distritos de vinho para um total de cem mil hectares de vinha. As uvas brancas sao aquelas principalmente cultivadas (Riesling, Müller-Thurgau, Silvaner), embora, ultimamente, o Instituto Alemão do Vinho (Dwi) tem registado um crescimento de videiras de uvas vermelhas, especialmente Pinot Noir.
Os vinhos alemaes ainda oferece a vantagem do preço/qualidade.
Durante o Curso de Sommelier degustamos um vinho branco da Alemanha, gostei muito!
Esse modelo de garaffa aredondada na foto, inicialmente era reservado para os melhores vinhos da Francônia
Autora: Micheline Bavutti
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sexta-feira, 11 de março de 2011
Rufina, o menor e mais alto Chianti
Os vinhos que vêm de altitudes superiores à média, ha um carimbo especial. E não é só uma questão de localização geográfica dos vinhedos. Certamente a posição e a latitude do Chianti Rufina, a nordeste de Florença, caracteriza os vinhos que ali são produzidos.
Em Rùfina, ter os vinhedos colocados em uma parte das colinas que vao da 300 metros, chegando a 500 metros acima do nivel do mar, tem caracterizado uma das principais uvas cultivadas aqui: Sangiovese, naturalmente, por um lado, e depois vinhas tradicionais, como Canaiolo, Colorino.
"O mais alto entre os Chianti" , frase que vem usata sempre da parte do consórcio local, fundada em 1980, eles fazem essa afermaçao para enfatizar a singularidade dos vinhos Rufina das diversas sub-denominação de Chianti.
Das sete areas esistente, Rufina também é a menor: ocupa uma área de 12.483 hectares.
As grandes mudanças de temperatura entre a noite e o dia, a geologia do solo composto de marga e calcário, a exposição ao sul, dar a possibilidade de obter vinhos de base sangiovese com um caráter original.
Na área de Rùfina desde 1999 tem havido muitos investimentos, tais como a renovação das vinhas, mas também um trabalho de zoneamento que durou 4 anos, e foi dirigido pela Faculdade de Agricultura da Universidade de Milao. Foi mapeado praticamente todos os Chianti Rufina, e dividido em "unidades de vocações" (Pelago, Grignano, Sieci, Selvapiana, Nipozzano, S.Brigida, Rufina, Colognole, Pomino, Contea e Frascole) nos cinco municípios que compõem com o nome (Dicomano, Londa, Pelago, Rufina, e Pontassieve).
Mas a utilizaçao das areas mapeadas, vai depender de cada produtor, eles que vao decidir se utilizar ou nao as informação contida neste trabalho de zoneamento, no momento que forem investir em seus vinhedos. Certamente esse mapeamento è um estrumento util para o conhecimento do territorio. Caso tudo isso venha aplicado, se valorizarà as diferenças entre cru, coisa tao invejada dos italianos, dos produtores que estao do outro lado dos Alpes.
Quem jà teve a ocasiao de degustar os vinhos Chianti Rufina, sabe que os mesmo são caracterizados por uma elevada acidez e taninos firmes.
Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
Fonte: D.V
Em Rùfina, ter os vinhedos colocados em uma parte das colinas que vao da 300 metros, chegando a 500 metros acima do nivel do mar, tem caracterizado uma das principais uvas cultivadas aqui: Sangiovese, naturalmente, por um lado, e depois vinhas tradicionais, como Canaiolo, Colorino.
"O mais alto entre os Chianti" , frase que vem usata sempre da parte do consórcio local, fundada em 1980, eles fazem essa afermaçao para enfatizar a singularidade dos vinhos Rufina das diversas sub-denominação de Chianti.
Das sete areas esistente, Rufina também é a menor: ocupa uma área de 12.483 hectares.
As grandes mudanças de temperatura entre a noite e o dia, a geologia do solo composto de marga e calcário, a exposição ao sul, dar a possibilidade de obter vinhos de base sangiovese com um caráter original.
Na área de Rùfina desde 1999 tem havido muitos investimentos, tais como a renovação das vinhas, mas também um trabalho de zoneamento que durou 4 anos, e foi dirigido pela Faculdade de Agricultura da Universidade de Milao. Foi mapeado praticamente todos os Chianti Rufina, e dividido em "unidades de vocações" (Pelago, Grignano, Sieci, Selvapiana, Nipozzano, S.Brigida, Rufina, Colognole, Pomino, Contea e Frascole) nos cinco municípios que compõem com o nome (Dicomano, Londa, Pelago, Rufina, e Pontassieve).
Mas a utilizaçao das areas mapeadas, vai depender de cada produtor, eles que vao decidir se utilizar ou nao as informação contida neste trabalho de zoneamento, no momento que forem investir em seus vinhedos. Certamente esse mapeamento è um estrumento util para o conhecimento do territorio. Caso tudo isso venha aplicado, se valorizarà as diferenças entre cru, coisa tao invejada dos italianos, dos produtores que estao do outro lado dos Alpes.
Quem jà teve a ocasiao de degustar os vinhos Chianti Rufina, sabe que os mesmo são caracterizados por uma elevada acidez e taninos firmes.
Autora: Micheline Bavutti
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Fonte: D.V
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quinta-feira, 10 de março de 2011
A comprar do vinho na enoteca
Para um amante de vinho não há nada mais gratificante do que a compra de uma garrafa de vinho. Entrando em uma adega, o impacto é mágico. E' muito prazeroso ver aquele enorme quantidade de garrafas espostas, bem organizadas e brilhando, sem falar na infinidade de rótulos em exposição.
As lojas de vinho oferecem uma grande vantagem na hora da compra, as adegas oferecem varias tipologias de vinhos e de diferentes fabricantes. A ampla gama abrange também as safras, e diferentes preços entre os vinhos do mesmo tipo, dando muitas oportunidades de escolha na hora da compra.
A verdadeira força de uma enoteca estar em disponibilizar ao consumidor o conhecimento e experiência, (pelo menos è o que se ver na Italia, em relaçao ao Brasil, entrei para comprar vinhos em adegas, onde a vendedora demostrava pouco conhecimento no assunto, coisa grave na minha opiniao, quando se trabalha em um ambiente deste tipo).
Uma otima loja de vinho deve ser capaz de aconselhar, orientar, satisfazer o cliente, sugerindo a melhor escolha de acordo com suas necessidades. Estes requisitos são geralmente relacionadas com a harmonizaçao de um vinho selecionado com o prato que pretendo servir para aquela ocasião.
Neste caso, o cliente que entra em uma adega de vinho, mesmo sem ter ideias claras sobre o rótulo que pretende comprar, pode enfrentar uma pessoa treinada, muitas vezes, um sommelier, que pode orientá-la adequadamente. Muitas vezes, se consolida uma relação entre cliente e o sommelier, e isso faz com que aquela loja de vinhos fique por conhecer os gostos do cliente e, portanto, è ele que antecipa as demandas e sugere alternativas que possam melhor atender as expectativas do seu cliente.
De alguma forma quando se compra o vinho diretamente em adegas, e quando encontramos pessoas preparadas, se obtem muitas informaçoes uteis.
E nao para por aqui, a compra do vinho na adega è uma garantia do ponto de vista do armazenamento adequado das garrafas.
Eu compro meus vinhos em adegas, ou diretamente do produtor quando tenho essa oportunidade. Adoro o ambiente das lojas de vinhos, sem falar na preparaçao do pessoal, muitos vezes chego là com uma idea de vinho, e volto pra casa, com muitos outros vinhos que Eletra me indica (dona da adega onde efetuo minhas compras), atè hoje nao teve um vinho que ela me indicasse que nao voce otimo.
Indico a Enoteca Pavarotti a Carpi (MO), è aqui onde faço o abastecimento da minha adega pessoal.
Autora: Micheline Bavutti
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As lojas de vinho oferecem uma grande vantagem na hora da compra, as adegas oferecem varias tipologias de vinhos e de diferentes fabricantes. A ampla gama abrange também as safras, e diferentes preços entre os vinhos do mesmo tipo, dando muitas oportunidades de escolha na hora da compra.
A verdadeira força de uma enoteca estar em disponibilizar ao consumidor o conhecimento e experiência, (pelo menos è o que se ver na Italia, em relaçao ao Brasil, entrei para comprar vinhos em adegas, onde a vendedora demostrava pouco conhecimento no assunto, coisa grave na minha opiniao, quando se trabalha em um ambiente deste tipo).
Uma otima loja de vinho deve ser capaz de aconselhar, orientar, satisfazer o cliente, sugerindo a melhor escolha de acordo com suas necessidades. Estes requisitos são geralmente relacionadas com a harmonizaçao de um vinho selecionado com o prato que pretendo servir para aquela ocasião.
Neste caso, o cliente que entra em uma adega de vinho, mesmo sem ter ideias claras sobre o rótulo que pretende comprar, pode enfrentar uma pessoa treinada, muitas vezes, um sommelier, que pode orientá-la adequadamente. Muitas vezes, se consolida uma relação entre cliente e o sommelier, e isso faz com que aquela loja de vinhos fique por conhecer os gostos do cliente e, portanto, è ele que antecipa as demandas e sugere alternativas que possam melhor atender as expectativas do seu cliente.
De alguma forma quando se compra o vinho diretamente em adegas, e quando encontramos pessoas preparadas, se obtem muitas informaçoes uteis.
E nao para por aqui, a compra do vinho na adega è uma garantia do ponto de vista do armazenamento adequado das garrafas.
Eu compro meus vinhos em adegas, ou diretamente do produtor quando tenho essa oportunidade. Adoro o ambiente das lojas de vinhos, sem falar na preparaçao do pessoal, muitos vezes chego là com uma idea de vinho, e volto pra casa, com muitos outros vinhos que Eletra me indica (dona da adega onde efetuo minhas compras), atè hoje nao teve um vinho que ela me indicasse que nao voce otimo.
Indico a Enoteca Pavarotti a Carpi (MO), è aqui onde faço o abastecimento da minha adega pessoal.
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sexta-feira, 4 de março de 2011
Umbria: arte, cultura, verde e vinho de qualidade
Como não se encantar pela Umbria? Uma terra tão rica em história, cultura, belezas naturais, comida maravilhosa e vinho?
As verdes colinas da Umbria lembram muito a vizinha Toscana: pela sugestiva paesagem, mas também pelo potencial vitivinicolo, favorecido por solos ricos em calcário e um clima que sempre se mostrou apreciado da parte dos vinhedos.
Quem nunca bebeu ou uoviu falar de Orvieto, Montefalco Sagrantino, classificado entre os grandes vinhos da enologia mundial. Tambèm tem Torgiano (o qual vinho Tinto Reserva, obteve em 1990, o DOCG: Denominaçao de Origem Controlada e Garantida).
Mas quando se cita Orvieto, nao posso nao mencionar a empresa mais representativa do vinho da Úmbria. E' o Castello della Sala, de propriedade de Antinori, que quase vinte anos atrás iniciou a revolução enologica regional com o seu vinho Cervaro, produzido com chardonnay e Grechetto, forse o vinho branco mais importante do pòs-guerra. Outro vinho significativo do produtor è o Muffato della Sala, vinho de meditaçao com poucos rivais no mundo.
Nas colinas perugina da Umbria opera outra grande empresa, a dos irmãos Sportoletti, o seu vinho Villa Fidelia, è considerado um dos melhores vinho tinto de toda a produção de tintos da Itália central.
Proximas postagens: 2 estradas do vinho na Umbria
Autora: Micheline Bavutti
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As verdes colinas da Umbria lembram muito a vizinha Toscana: pela sugestiva paesagem, mas também pelo potencial vitivinicolo, favorecido por solos ricos em calcário e um clima que sempre se mostrou apreciado da parte dos vinhedos.
Quem nunca bebeu ou uoviu falar de Orvieto, Montefalco Sagrantino, classificado entre os grandes vinhos da enologia mundial. Tambèm tem Torgiano (o qual vinho Tinto Reserva, obteve em 1990, o DOCG: Denominaçao de Origem Controlada e Garantida).
Mas quando se cita Orvieto, nao posso nao mencionar a empresa mais representativa do vinho da Úmbria. E' o Castello della Sala, de propriedade de Antinori, que quase vinte anos atrás iniciou a revolução enologica regional com o seu vinho Cervaro, produzido com chardonnay e Grechetto, forse o vinho branco mais importante do pòs-guerra. Outro vinho significativo do produtor è o Muffato della Sala, vinho de meditaçao com poucos rivais no mundo.
Nas colinas perugina da Umbria opera outra grande empresa, a dos irmãos Sportoletti, o seu vinho Villa Fidelia, è considerado um dos melhores vinho tinto de toda a produção de tintos da Itália central.
Proximas postagens: 2 estradas do vinho na Umbria
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quinta-feira, 3 de março de 2011
Mozart combate a ansia
Um estudo da Universidade de Toronto dimostra que a musica di Mozart combate a ansia, eles usa uma terapia denomida a "terapia de Mozart" para neutralizar as extra-sístoles, acalmar a crise de ansiedade e acelerar o processo de aprendizagem. A alta freqüência determina a pressão sonora do tímpano, que visa regulamentar a atividade do estribo na orelha, assegurando, através da via, um equilíbrio geral.
Quando as freqüências mais altas atingem o ouvido com a música de Mozart, o córtex cerebral se "recarrega" de ondas elétricas mais relaxantes e os órgãos internos, como tambèm o coração, funciona sem ansiedade.
Sugestão prática: se voce sente a respiração ofegante e o coração, que "quer sair pela boca" o ideal é ouvir uma sinfonia, um quarteto ou uma ópera de Mozart por 20-30 minutos. Para concentrar-se o quanto possível, o melhor é ficar em uma posição relaxada e com olhos fechados.
Eu vou provar!
Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
Fonte: Gioia
Quando as freqüências mais altas atingem o ouvido com a música de Mozart, o córtex cerebral se "recarrega" de ondas elétricas mais relaxantes e os órgãos internos, como tambèm o coração, funciona sem ansiedade.
Sugestão prática: se voce sente a respiração ofegante e o coração, que "quer sair pela boca" o ideal é ouvir uma sinfonia, um quarteto ou uma ópera de Mozart por 20-30 minutos. Para concentrar-se o quanto possível, o melhor é ficar em uma posição relaxada e com olhos fechados.
Eu vou provar!
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quarta-feira, 2 de março de 2011
SOB O SOL DA TOSCANA
Este livro conta a historia da escritora norte-americana Frances Mayes, a qual decide de se mudar para uma casa de campo abandonada na região de Toscana, na Itália. Em forma de diário, o livro descreve as delícias e agruras da reforma da casa, dá receitas de pratos e vinhos para os apreciadores da boa mesa e também serve como minucioso guia turístico. Nele, Mayes faz com que o leitor a acompanhe à medida que vai descobrindo a beleza e a simplicidade da vida no interior da Itália. O filme homônimo, estrelado por Diane Lane, foi inspirado no livro.
Particularmente, eu espera muito mais desse livro, eu sou uma pessoa completamente apaixonada pela Toscana, o titolo do livro foi muito sugestivo, e dicidi compra-lo, mas na verdade sò li atè 130 paginas e decidi abandonar a leitura, achei muito monotono, e sem muita emoçao, jà nao aguentava mais ela falando na reforma da casa. Resumindo nao gostei do livro, pode ser porque eu nao sou uma que pulo de felicidades por livros de romance.
Mas quem sabe voce nao goste. Na verdade a minha opiniao se trata apenas de uma questao pessoal.
Autora: Micheline Bavutti
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Particularmente, eu espera muito mais desse livro, eu sou uma pessoa completamente apaixonada pela Toscana, o titolo do livro foi muito sugestivo, e dicidi compra-lo, mas na verdade sò li atè 130 paginas e decidi abandonar a leitura, achei muito monotono, e sem muita emoçao, jà nao aguentava mais ela falando na reforma da casa. Resumindo nao gostei do livro, pode ser porque eu nao sou uma que pulo de felicidades por livros de romance.
Mas quem sabe voce nao goste. Na verdade a minha opiniao se trata apenas de uma questao pessoal.
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terça-feira, 1 de março de 2011
A compra do vinho diretamente com o fabricante
O vinho tem sido visto não apenas como uma bebida, mas como uma fonte de prazer. Por isso mesmo, o amante do vinho é naturalmente levado a curiosidade sobre quem o produz e o que está por trás daquela garaffa de vinho. O resultado disso, é que buscamos descobrir as origens do que colocamos a nossa mesa, e o prazer de saber quem produziu a garrafa, daí parte uma imensa vontade de visitar a vinícola produtora.
E' indo atè as vinicoloas que os consumidores poderao descobrir todo o processo produtivo que deu origem ao vinho e ver como os produtores trabalham na cantina e na e vinha. É nessas ocasiões que a paixão do enólogo é transferido para o consumidor, porque o fabricante é a alma do vinho que produz. Ninguèm melhor do que ele para falar do seu próprio vinho, a sua história e os méritos. Motivando profundamente a compra de uma garrafa.
Visitar uma vinicola é, portanto, uma oportunidade de compra de fascínio particular. Um vinho comprado pelo produtor, tem um valor agregado emocional evocada pela memória de sua compra. Entre outras coisas, os preços sao mais atraentes do que em outros lugares e comprando o vinho do produtor você tem certeza de compra-lo nas melhores condições possíveis.
Aqui na Italia adoro visitar as vinicolas, sempre que viajo nas varias regioes do paìs, sempre paro para visitar algumas e volto pra casa com a mala do carro repleta de vinhos. Mas o que mais me apaixona durante essas visitas è o contato humano e acolhente que alguns produtores transmetem, da para ver nos seu olhos, a satisfaçao e amor, no momento que descreve os seu vinhos e a sua historia, normalmente trasmitidas de pais para filhos. Vale a pena viver essa emoçao!
Autora: Micheline Bavutti
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E' indo atè as vinicoloas que os consumidores poderao descobrir todo o processo produtivo que deu origem ao vinho e ver como os produtores trabalham na cantina e na e vinha. É nessas ocasiões que a paixão do enólogo é transferido para o consumidor, porque o fabricante é a alma do vinho que produz. Ninguèm melhor do que ele para falar do seu próprio vinho, a sua história e os méritos. Motivando profundamente a compra de uma garrafa.
Visitar uma vinicola é, portanto, uma oportunidade de compra de fascínio particular. Um vinho comprado pelo produtor, tem um valor agregado emocional evocada pela memória de sua compra. Entre outras coisas, os preços sao mais atraentes do que em outros lugares e comprando o vinho do produtor você tem certeza de compra-lo nas melhores condições possíveis.
Aqui na Italia adoro visitar as vinicolas, sempre que viajo nas varias regioes do paìs, sempre paro para visitar algumas e volto pra casa com a mala do carro repleta de vinhos. Mas o que mais me apaixona durante essas visitas è o contato humano e acolhente que alguns produtores transmetem, da para ver nos seu olhos, a satisfaçao e amor, no momento que descreve os seu vinhos e a sua historia, normalmente trasmitidas de pais para filhos. Vale a pena viver essa emoçao!
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
A compra do vinho ao supermercado
Quando decidimos comprar uma garaffa de vinho, a primeira coisa que vem em mente è: Onde posso efetuar uma boa compra?
Alèm das lojas de vinhos, sites de vendas on-line, e a compra diretamente do produtor, coisa muito comum na Italia, esiste outro lugar que ultimamente tornou-se um fato de grande importância na compra de garaffas de vinho: o supermercado.
Para a compra de vinhos importantes, na minha opiniao o ideal è ir a uma loja de vinhos, mas se o vinho que voce deseja comprar è aquele para beber no dia-a-dia, o supermercado é certamente uma alternativa viável e conveniente. Geralmente, os preços sao inferiores aos da enoteca, mas também é verdade que os supermercados não oferecem o mesmo conselho e profissionalismo que voce encontra nas lojas especilazadas na venda de vinhos.
Dificilmente nos supermercados voce vai encontrar um especialista que possa descrever os vinhos como em uma adega.
Penso que é preferível comprar ao supermercado quando voce já conhece o vinho ou tem uma idéia clara do que você quer. Isso pode evitar a confusao na escolha entre uma infinidade de rótulos.
Para ajudar na escolha do consumidor, recentemente na Italia se estar esvilupando uma tendência nos grandes supermercados, onde um departamento è dedicado aos vinho e gerenciado por um sommelier profissional.
Acho isso importante para garantir qualidade aos consumidores e um correto armazenamento das garrafas.
Além disso, seria importante que o supermercado assegurasse um serviço pós-venda: o vinho estragado deveria ser substituído ao cliente.
Se um supermercado tem a capacidade de fornecer garantias suficientes de qualidade, serviços profissionais aos clientes e serviço pós-venda, ai sim, a diferença em comprar um vinho em uma adega ou no supermercado fica muito pequena. A nao ser para os grandes vinhos que ainda não entraram para vendas em supermercados.
Eu particolarmente, evito a compra de vinhos em supermercados por varias razoes. Adoro comprar vinhos em adegas e diretamente com os produtores, nunca comprei um garaffa on-line.
Autora: Micheline Bavutti
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Alèm das lojas de vinhos, sites de vendas on-line, e a compra diretamente do produtor, coisa muito comum na Italia, esiste outro lugar que ultimamente tornou-se um fato de grande importância na compra de garaffas de vinho: o supermercado.
Para a compra de vinhos importantes, na minha opiniao o ideal è ir a uma loja de vinhos, mas se o vinho que voce deseja comprar è aquele para beber no dia-a-dia, o supermercado é certamente uma alternativa viável e conveniente. Geralmente, os preços sao inferiores aos da enoteca, mas também é verdade que os supermercados não oferecem o mesmo conselho e profissionalismo que voce encontra nas lojas especilazadas na venda de vinhos.
Dificilmente nos supermercados voce vai encontrar um especialista que possa descrever os vinhos como em uma adega.
Penso que é preferível comprar ao supermercado quando voce já conhece o vinho ou tem uma idéia clara do que você quer. Isso pode evitar a confusao na escolha entre uma infinidade de rótulos.
Para ajudar na escolha do consumidor, recentemente na Italia se estar esvilupando uma tendência nos grandes supermercados, onde um departamento è dedicado aos vinho e gerenciado por um sommelier profissional.
Acho isso importante para garantir qualidade aos consumidores e um correto armazenamento das garrafas.
Além disso, seria importante que o supermercado assegurasse um serviço pós-venda: o vinho estragado deveria ser substituído ao cliente.
Se um supermercado tem a capacidade de fornecer garantias suficientes de qualidade, serviços profissionais aos clientes e serviço pós-venda, ai sim, a diferença em comprar um vinho em uma adega ou no supermercado fica muito pequena. A nao ser para os grandes vinhos que ainda não entraram para vendas em supermercados.
Eu particolarmente, evito a compra de vinhos em supermercados por varias razoes. Adoro comprar vinhos em adegas e diretamente com os produtores, nunca comprei um garaffa on-line.
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sábado, 19 de fevereiro de 2011
Educaçao e cultura no mundo do vinho
A França, pensando no aspeto educativo e cultural em relaçao ao vinho, fundou 1989, em Beaune, o Ateneu de la Vigne et du Vin: é um espaço multicultural de 1.200 metros quadrados dedicado a livros de enografia, vinhos e gastronomia do mundo.
E' uma das maiores bibliotecas de Borgonha e referência absoluta para todos os amantes do vinho. O Ateneu si encontra em frente ao Hospícios de Beaune, no centro da cidade.
Tudo em um sò lugar: livros, mapas dos vinhedos, objetos, os vinhos da Borgonha: a intersecção de paixão entre vinícolas e artes culinárias, humor e etc.
Livros:
A única biblioteca com mais de 10.000 títulos, dos quais 3.000 são listados especificamente sobre vinho e gastronomia: um campo de classe mundial.
Vinho:
Um espaço totalmente climatizado, espera por você onde você pode viajar entre os cerca de 200 vinhos da Borgonha, mas também de todo o mundo.
Acessórios para vinho:
Uma seleção de mais de uma centena de decanter e outros acessórios relacionados como taças de vinho, saca-rolhas, presentes (gravatas, abotoaduras, alfinetes). Lugar ideal para quem ama fazer shopping relacionado ao mundo do vinho.
Agora è sò arrumar as malas e fazer uma visita!
Site: http://www.athenaeumfr.com/
Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
E' uma das maiores bibliotecas de Borgonha e referência absoluta para todos os amantes do vinho. O Ateneu si encontra em frente ao Hospícios de Beaune, no centro da cidade.
Tudo em um sò lugar: livros, mapas dos vinhedos, objetos, os vinhos da Borgonha: a intersecção de paixão entre vinícolas e artes culinárias, humor e etc.
Livros:
A única biblioteca com mais de 10.000 títulos, dos quais 3.000 são listados especificamente sobre vinho e gastronomia: um campo de classe mundial.
Vinho:
Um espaço totalmente climatizado, espera por você onde você pode viajar entre os cerca de 200 vinhos da Borgonha, mas também de todo o mundo.
Acessórios para vinho:
Uma seleção de mais de uma centena de decanter e outros acessórios relacionados como taças de vinho, saca-rolhas, presentes (gravatas, abotoaduras, alfinetes). Lugar ideal para quem ama fazer shopping relacionado ao mundo do vinho.
Agora è sò arrumar as malas e fazer uma visita!
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
O que fazer se não se tem uma adega?
Se você não tiver uma adega, com pequenos truques, o vinho pode ser armazenado em casa.
Você deve também manter as garrafas de vinhos longe dos alimentos e, geralmente, não coloca-las em contato com aromas intensos e perfumes, que podem ser transmitidas através da rolha para o vinho.
Existe no mercado uma pequena bomba utilizada para sugar o ar da garaffa aberta através de um plug, isso permete que o vinho se conserve em um modo melhor e por um longo período de tempo, no caso dos vinhos espumantes, em vez aspirar se deve bombear o ar para preservar a sua "efervescência.
Se nao se tem um lugar adeguado em casa para conservar o vinho, o ideal è nao comprar um grande número de garrafas, e è bom mudar em modo continuo e rapido as garaffas em estoque.
Eu uso na minha residencia a adega da Samsung com capacidade de 52 garaffas de vinhos, multiplo controle de temperatura, proteçao aos raios UV, display digital e iluminaçao a LED. Estou muita satisfeita e recomendo.
Visite essa pagina para maiores detalhes: http://www.samsung.com/it/consumer/home-appliances/built-in/wine-cellar/RW52DASS1/XES/index.idx?pagetype=prd_detail
Autora: Micheline Bavutti
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- Primeiro, você pode direcionar-se a compra de uma adega móvel, com temperatura controlada , esiste no mercado adegas de vários tamanhos, formatos e capacidades, com a temperatura ideal para o armazenamento separado dos diferentes tipos de vinho.
- Se você optar por não usar a adega-móvel, procure na sua casa uma area fresquinha, longe da luz e das janelas, para que nao possa entrar os raios do sol. Nunca coloque as garrafas perto de um aquecedor ou outra fonte de calor em geral. Para que não se gerem odores ruins é importante manter a rolha úmida e em contato com o vinho, por isso quando as garrafas devem ser armazenadas por longos períodos devem ser mantidas na horizontal.
Você deve também manter as garrafas de vinhos longe dos alimentos e, geralmente, não coloca-las em contato com aromas intensos e perfumes, que podem ser transmitidas através da rolha para o vinho.
Existe no mercado uma pequena bomba utilizada para sugar o ar da garaffa aberta através de um plug, isso permete que o vinho se conserve em um modo melhor e por um longo período de tempo, no caso dos vinhos espumantes, em vez aspirar se deve bombear o ar para preservar a sua "efervescência.
Se nao se tem um lugar adeguado em casa para conservar o vinho, o ideal è nao comprar um grande número de garrafas, e è bom mudar em modo continuo e rapido as garaffas em estoque.
Eu uso na minha residencia a adega da Samsung com capacidade de 52 garaffas de vinhos, multiplo controle de temperatura, proteçao aos raios UV, display digital e iluminaçao a LED. Estou muita satisfeita e recomendo.
Visite essa pagina para maiores detalhes: http://www.samsung.com/it/consumer/home-appliances/built-in/wine-cellar/RW52DASS1/XES/index.idx?pagetype=prd_detail
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Buyers brasileiros no Winett 2011
O evento, realizado em Veneza, em Março de 2011, basei-se no slogan "Os fatos, não palavras". O Winett è um evento feito para atender apenas os compradores.
O evento acontece durante três dias, um dia è reservado para a Europa, outro para as Américas e Ásia, participaram desse encontro uns trinta buyer, seleccionados entre mais de duzentos, os quais se encontraram com os produtores italianos.
A formula è a seguinte: a cada vintecinque minutos "se toca uma campanhia" e cada empresa vai entrando, e neste tempo limitado cada um deve apresentar sua própria realidade vitivinicola.
O Winett há uma outra peculiaridade. Nao sao os compradores a ir atè a mesa dos produtores, mas são sao as vinícolas que vao atè a mesa do comprador.
Mas o que distingue este evento?
Winett se baseia em quatro elementos:
Winett fez algumas perguntas a partecipantes do evento, para entender o que o mundo espera do vinho italiano.
Do Brasil quem falou a Winett foi Luciano Furquim da Vital Gourmet.
Winett - Que tipo de empresa que você procura?
Luciano: Empresas com vinhos de qualidade superior, que nao seja ainda conhecido no Brasil, mas com resultados excelentes nos guias dos países como Itália, Reino Unido e EUA.
Winett - Qual é a situação do vinho italiano em seu país (Brasil)?
Luciano: No Brasil, o vinho é interessante, mas há pouca cultura, se bebe dois litros de vinho por ano por pessoa. Mas eles estão crescendo no mercado e também a qualidade, e se ontem foi pago 2 dollares por uma garrafa agora se paga 3. No Brasil de hoje 60 por cento dos vinhos italianos importados é Prosecco e Lambrusco, de fácil abordagem, e a Itália é o quarto maior fornecedor do mercado, após Chile, Argentina e Portugal.
Mas as coisas estão mudando e há boas perspectivas de crescimento.
Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
O evento acontece durante três dias, um dia è reservado para a Europa, outro para as Américas e Ásia, participaram desse encontro uns trinta buyer, seleccionados entre mais de duzentos, os quais se encontraram com os produtores italianos.
A formula è a seguinte: a cada vintecinque minutos "se toca uma campanhia" e cada empresa vai entrando, e neste tempo limitado cada um deve apresentar sua própria realidade vitivinicola.
O Winett há uma outra peculiaridade. Nao sao os compradores a ir atè a mesa dos produtores, mas são sao as vinícolas que vao atè a mesa do comprador.
Mas o que distingue este evento?
Winett se baseia em quatro elementos:
- uma análise dos mercados internacionais
- a procura de compradores com bom potencial de crescimento e os interessados em ampliar o portfólio de empresas,
- o estudo das expectativas dos compradores e
- análise das ofertas das empresas produtoras.
Winett fez algumas perguntas a partecipantes do evento, para entender o que o mundo espera do vinho italiano.
Do Brasil quem falou a Winett foi Luciano Furquim da Vital Gourmet.
Winett - Que tipo de empresa que você procura?
Luciano: Empresas com vinhos de qualidade superior, que nao seja ainda conhecido no Brasil, mas com resultados excelentes nos guias dos países como Itália, Reino Unido e EUA.
Winett - Qual é a situação do vinho italiano em seu país (Brasil)?
Luciano: No Brasil, o vinho é interessante, mas há pouca cultura, se bebe dois litros de vinho por ano por pessoa. Mas eles estão crescendo no mercado e também a qualidade, e se ontem foi pago 2 dollares por uma garrafa agora se paga 3. No Brasil de hoje 60 por cento dos vinhos italianos importados é Prosecco e Lambrusco, de fácil abordagem, e a Itália é o quarto maior fornecedor do mercado, após Chile, Argentina e Portugal.
Mas as coisas estão mudando e há boas perspectivas de crescimento.
Autora: Micheline Bavutti
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Vitis vinifera
As primeiras videiras selvagens, denominada Vitis silvestris povoava a terra 60 milhões de anos atras, enquanto as de Vitis vinifera, a atual videira de vinho conhecida como Vite Europeia, apesar da origem sul-asiática, fez sua aparição mais tarde, por volta provalvemente de um milhão de anos atrás, como evidenciado pelos fósseis encontrados em Travertino de S. Vilvaldo na Toscana e de Fiano Romano.
Em algumas áreas Euro-asiático o cultivo de uva para a produção de vinho remonta a tempos muito recentes, cerca de 5000 A.C, mas as primeiras videiras coltivadas em muda chegaram na Itália por volta de 2000 A.C.
A viticultura na Itália não seguiu apenas a tradição grega, pois já no VIII século. A.C. Os etruscos usavam as árvores para apoiar os ramos da videira.
Mas não foi só o frio a ser um grande inimigo da videira. O destino da espécie Vitis vinifera tem lutado contra mil dificuldades, inclusive entre o meio e o final do 800, o ataque do mofo, fungo parasita que veio da América, e que afetou sobretudo as vinhas francesas e a reduziu de 90%. Ainda mais terrível foi a filoxera, um inseto praga que atacou as raízes da videira, e que destruiu 85% do património vitivinícolo europeu.
Apenas nos primeiros anos dos 900, com o enxerto das videiras europea sobre raiz de origem americana resistentes à filoxera, foi possível reconstituir as vinhas do Velho Mundo, embora muitas variedades não foram recuperados. Como o problema da filoxera não foi resolvido por completo a única maneira de evitar a repetição de tais catástrofes se continua a recorer ao sistema do enxerto, utilizando os pés de origem americana.
As variedades de Vitis vinifera mais populares em vários continentes são cinquenta, embora na realidade sejam numerosos.
Autora: Micheline Bavutti
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Em algumas áreas Euro-asiático o cultivo de uva para a produção de vinho remonta a tempos muito recentes, cerca de 5000 A.C, mas as primeiras videiras coltivadas em muda chegaram na Itália por volta de 2000 A.C.
A viticultura na Itália não seguiu apenas a tradição grega, pois já no VIII século. A.C. Os etruscos usavam as árvores para apoiar os ramos da videira.
Mas não foi só o frio a ser um grande inimigo da videira. O destino da espécie Vitis vinifera tem lutado contra mil dificuldades, inclusive entre o meio e o final do 800, o ataque do mofo, fungo parasita que veio da América, e que afetou sobretudo as vinhas francesas e a reduziu de 90%. Ainda mais terrível foi a filoxera, um inseto praga que atacou as raízes da videira, e que destruiu 85% do património vitivinícolo europeu.
Apenas nos primeiros anos dos 900, com o enxerto das videiras europea sobre raiz de origem americana resistentes à filoxera, foi possível reconstituir as vinhas do Velho Mundo, embora muitas variedades não foram recuperados. Como o problema da filoxera não foi resolvido por completo a única maneira de evitar a repetição de tais catástrofes se continua a recorer ao sistema do enxerto, utilizando os pés de origem americana.
As variedades de Vitis vinifera mais populares em vários continentes são cinquenta, embora na realidade sejam numerosos.
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Ferrari Spumante
Este nome não é apenas sinônimo de carro de luxo e velocidade, mas tambem o nome de um vinho espumante italiano. A Ferrari Spumante é, de fato, a marca italiana que mais recebe prêmios, o único a ter obtido três vezes o Oscar do vinho.
Em uma degustação as cegas realizado pela revista alemã Weinwelt, foi considerado o melhor espumante do mundo, à frente de nomes como Bollinger e Dom Pérignon. Com mais de um século de história, a Ferrari Spumante Trento está sempre presente nas principais celebrações esportivas, no mundo da moda, das artes, políticas, cultura, música e entretenimento. Todos escolhem estes espumante para celebrar suas vitórias: è o vinho presente nas festas mais esclusivas em todo o mundo.
Ele é o preferido pelas estrelas de Hollywood na comemoraçao do premio Oscar, e durante o Premio Nobel. A marca Ferrari Spumante, de propriedade da familia Lunelli, è a primeira casa italiana de vendas e prestigio, e estar entre os dez melhores do mundo, com mais de 5 milhões de garrafas vendidas ao ano. A Ferrari produz apenas nas safras top e esclusivamente com uvas Chardonnay, cultivada nos vinhedos de propriedade da familia ou sob o controle dos seus 8 enologos. Se utiliza somente o Metodo Classico, que consiste em transformar um vinho branco em espumante com a segunda fermentaçao diretamente na garrafa. As garaffas sao giradas por remuage para concentrar os sedimentos no gargalo
A história do vinho espumante método clássico italiano está indissoluvelmente ligada com o valioso trabalho de Giulio Ferrari: ele em 1902, fundou sua vinícola na cidade de Trento, na regiao Trentino, e sua iniciativa marcará profundamente o desenvolvimento da enologia italiana. O jovem Giulio Ferrari, chegou a estudar na famosa Escola de Viticultura em Montpellier, na França. Ele trabalhou por algum tempo em Epernay, no coração de Champagne, e foi ali que aprendeu os segredos da produção do vinho espumante método clássico. Retornando a Italia e acreditando no potencial da sua terra natal, começou a colocar em pratica sua esperiencia.
Exigente e teimoso, em apenas poucos anos conseguio produzir seu famoso vinho espumante, e isso será apenas o começo de um sucesso contínuo na Itália e no mundo. Hoje na Cantine Ferrari repousa, em média, cerca de 20 milhões de garrafas de vinho espumante método clássico Ferrari Trento Doc (Denominaçao de Origem Controlada).
Aqui repousam mais de 20 milhoes de garrafas de Espumante Ferrari Metodo Classico
Durante todo o pecurso e degustaçao tivemos a honra de ter como guia, Marcello Lunelli, enologo número um da casa Ferrari e vice-presidente. Ele merece os meus parabèns, nao so pela disponibilidade, mas tambèm pelo carisma, simpatia e semplicidade com que nos recebeu na sua prestiosa cantina.
Vinhos degustados por Micheline:
Villa Margon 2007: um vinho branco seco, semi aromatico, produzido com uvas Chardonnay, è um Trentino Superiore Doc (Denominaçao de Origem Controlada e Garantida). A família Lunelli, desde os anos oitenta, desejava ao lado da Ferrari Spumante, produzir outros tipos de vinho, que compartilhase os valores de fundo da familia: alta qualidade, requinte e fortes laços com o território. Villa Margon faz partes de dos novos produtos da empresa Lunelli, entre outros como vinhos tintos, grappa, agua mineral, todos com selo de alta qualidade..
Ferrari Perlè: ao degustar um Perlè, voce logo percebe a grande elegancia deste vinho e suas finesas aromáticas, carateristicas que se sente tanto ao olfato quanto ao paladar. E’ um excelente espumante, fresco e delicado e com uma estrutura importante. Ideal a paladares refinados. Excelente com pratos de peixe. Este vinho è feito com a uvas Chardonnay cuidadosamente selecionadas, e colhidas a mao, em setembro. O seu periodo de amadurecimento è de 5 anos ''sobre as leveduras'' na garrafa. Hà um teor alcolico de 12,5%, ao olfatto um bouquet intenso, particularmente refinado, com notas de amêndoa, de maçã, e casca de pão. A primeira safra de produçao foi em 1971.
Ferrari Perlè Rosè: vinho feito com uvas Pinot Nero a 80%, Chardonnay a 20%, provenientes dos vinhedos da familia. A colheita è feita a mao no final de setembro. O periodo de maturação è de 5 anos. Teor alcolico 12,5%l. A Primeira safra de produçao foi em 1993.
Ferrari Riserva Lunelli: feito com uvas Chardonnay, cuidadosamente seleçionadas e colhidas a mão. Este vinho amadurece 8 anos “sobre as leveduras“ na garaffa. A sua área de produção è Maso di Villa Margon, vinhas de propriedade da Família Lunelli nas colinas de Trento. Hà um teor alcolico de 12,5%. A primeira safra de produçao foi em 2002.
No Brasil voce encontra alguns vinhos Ferrari, como:
- Ferrari Maximum Brut: R$ 167,90
- Ferrari Rosè: R$ 182,60
- Ferrari Demi Sec: R$ 157,10
- Giulio Ferrari Riserva del Fondatore: R$ 538,20. Este vinho honra o nome do fundador. Ele sempre foi considerado uma jóia da enologia italiana, confirmado por inúmeros prêmios de especialistas desde 1972, ano da primeira safra. Nenhum outro vinho na Italia, recebeu mais premiaçoes do que o Giulio Ferrari Riserva del Fondatore, só no Gambero Rosso, foram 18 tree bicchieri, alèm das notas máximas recebidas no guia Veronelli, no Bere Bene Spumante e no Guida L’Espresso. E, por três vezes arrematou o Oscar del Vino do Duemilavini. Sem contar os inumeros premios internacionais. E’ produzido com 100% uvas Chardonnay, e ha um periodo de amadurecimento de 10 anos.
Seleçao dos grandes vinhos Riserve (reserva)
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
Site Ferrari Spumante: http://www.cantineferrari.it/
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Micheline Bavutti
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domingo, 2 de janeiro de 2011
Barbaresco
O Barbaresco é um vinho tinto do Piemonte, e estar na lista dos mais famosos da regiao, já conhecido pelos romanos, este vinho nos séculos sò melhorou a sua imagem, e hoje é consagrado como uma das melhores realidades em termo de vinho, e essa fama nao è apenas na Italia.
A área de produção inclui os municípios de Barbaresco, Neive, Treiso e Alba na província de Cuneo.
O solo das colinas a leste de Alba é geralmente argilo-calcários e estão localizados entre 350-450 metros acima do nível do mar. Os fabricantes dessa area produzem vinhos excepcionais, mas isso não quer dizer que os outros produtores, que se encontram em outras areas nao produzam vinho muito validos tambèm.
Sempre elegante, o Barbaresco expressa personalidades diferentes, dependendo dos terrenos: os vinhos de Treiso são mais estruturados, os de Neive sao mais refinados, e em Barbaresco se encontra a area mais antiga de produçao.
Durante muitos meses, o vinho é envelhecido em barris e melhora o seu sabor sempre suave, expressando todo o calor, mantendo-se ricos em taninos, que lhe dão grande estrutura.
Carateristicas:
Uva: Nebbiolo
Teor alcoólico minimo: 12,5%
Perriodo de envelhecimento: Mínimo 26 meses
Melor epoca para o consumo: em média 10-15 anos, mas pode ser mais longo.
Existe tambèm outros tipos de Barbaresco, com um envelhecimento mínimo de 50 meses.
Com certeza este vinho satisfaz até os mais exigentes paladares. O Barbaresco combina com perfeição com pratos de carne vermelha, rico de aromas e sabores intensos e persistentes, outra boa ideia è tomar esse vihno com um prato preparado com as famosas trufas de Alba, ou com pratos de caça e queijo envelhecido.
Saiba mais: As primeiras garrafas de Barbaresco foram comercializadas em 1894, graças ao grande especialista de vinicultura Domizio Cavazza, o qual reuniu uma dúzia de produtores locais, criando a Cantina Sociali di Barbaresco, para a produçao desse grande vinho.
O Barbaresco foi reconhecido como DOCG (Denominaçao de Origem Controlada e Garantida) em 1980.
Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
A área de produção inclui os municípios de Barbaresco, Neive, Treiso e Alba na província de Cuneo.
O solo das colinas a leste de Alba é geralmente argilo-calcários e estão localizados entre 350-450 metros acima do nível do mar. Os fabricantes dessa area produzem vinhos excepcionais, mas isso não quer dizer que os outros produtores, que se encontram em outras areas nao produzam vinho muito validos tambèm.
Sempre elegante, o Barbaresco expressa personalidades diferentes, dependendo dos terrenos: os vinhos de Treiso são mais estruturados, os de Neive sao mais refinados, e em Barbaresco se encontra a area mais antiga de produçao.
Durante muitos meses, o vinho é envelhecido em barris e melhora o seu sabor sempre suave, expressando todo o calor, mantendo-se ricos em taninos, que lhe dão grande estrutura.
Carateristicas:
Uva: Nebbiolo
Teor alcoólico minimo: 12,5%
Perriodo de envelhecimento: Mínimo 26 meses
Melor epoca para o consumo: em média 10-15 anos, mas pode ser mais longo.
Existe tambèm outros tipos de Barbaresco, com um envelhecimento mínimo de 50 meses.
Com certeza este vinho satisfaz até os mais exigentes paladares. O Barbaresco combina com perfeição com pratos de carne vermelha, rico de aromas e sabores intensos e persistentes, outra boa ideia è tomar esse vihno com um prato preparado com as famosas trufas de Alba, ou com pratos de caça e queijo envelhecido.
Saiba mais: As primeiras garrafas de Barbaresco foram comercializadas em 1894, graças ao grande especialista de vinicultura Domizio Cavazza, o qual reuniu uma dúzia de produtores locais, criando a Cantina Sociali di Barbaresco, para a produçao desse grande vinho.
O Barbaresco foi reconhecido como DOCG (Denominaçao de Origem Controlada e Garantida) em 1980.
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Micheline Bavutti
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