Vinhos Italianos

Vinhos Italianos

quarta-feira, 16 de março de 2011

O sistema di classificaçao dos vinhos alemaes


Na Alemanha, se classifica o vinho estimando-se o peso específico do mosto (método Oechsle), que depende do estado de maturação das uvas e, em seguida, levam em consideração o teor de açúcar do vinho. Coisa muito diferente dos outros Paìses, que classificam os seus vinho de acordo com sua origem e qualidade.

Na Alemanha esiste 7 classes de qualidade:

  1. "Qualitätswein mit Prädikat":  os vinhos de qualidade com o predicado.  Por sua vez esta categoria é dividido em seis categoria.
  2. "Kabinett"
  3. "Spätlese" ou colheita tardia,
  4. "Auslese", uma seleção dos melhores cachos de uvas,
  5. "Beerenauslese", que é o vinho de uvas maduras e selecionadas
  6. "Eiswein", o famoso vinho do gelo, 
  7. "Trockenbeerenauslese", vinho onde as uvas são colhidas quando estão quase secas até se obter um vinho denso e concentrado, com um teor de açúcar importante.
Como se pode notar, è um sistema complexo, mas que garante a qualidade por meio de controles eficazes e eficientes. Precisao propria dos alemaes.

Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
Fonte: D.V

sábado, 12 de março de 2011

Alemanha: um vinho a ser descoberto

Hoje, a Alemanha é um dos melhores produtores de vinhos brancos do mundo, embora muitos continuem a pensar que seja apenas o país da cerveja. Riesling é a uva que produz vinhos nobres e duradouros que são difíceis de imitar.

Certamente a cultivaçao da uva na Alemanha, é difícil, pelo fato do frio. Portanto, as vinhas são frequentemente perto de rios e voltadas para o sul para aproveitar ao máximo a luz do sol. Por outro lado o clima do paìs porta a uma lenta maturação das uvas, e isso ajuda a enriquecer os aromas da uva, caracterizando os melhores vinhos alemães os quais apresentam uma acidez elevada.

Hoje existem 13 distritos de vinho para um total de cem mil hectares de vinha. As uvas brancas sao aquelas principalmente cultivadas (Riesling, Müller-Thurgau, Silvaner), embora, ultimamente, o Instituto Alemão do Vinho (Dwi) tem registado um crescimento de videiras de uvas vermelhas, especialmente Pinot Noir.

Os vinhos alemaes ainda oferece a vantagem do preço/qualidade.

Durante o Curso de Sommelier degustamos um vinho branco da Alemanha, gostei muito!

Esse modelo de garaffa aredondada na foto, inicialmente era reservado para os melhores vinhos da Francônia
 
Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com

sexta-feira, 11 de março de 2011

Rufina, o menor e mais alto Chianti

Os vinhos que vêm de altitudes superiores à média, ha um carimbo especial. E não é só uma questão de localização geográfica dos vinhedos. Certamente a posição e a latitude do Chianti Rufina, a nordeste de Florença, caracteriza os vinhos que ali são produzidos.
Em Rùfina, ter os vinhedos colocados em uma parte das colinas que vao da 300 metros, chegando a 500 metros acima do nivel do mar, tem caracterizado uma das principais uvas cultivadas aqui: Sangiovese, naturalmente, por um lado, e depois vinhas tradicionais, como Canaiolo, Colorino.

"O mais alto entre os Chianti" , frase que vem usata sempre da parte do consórcio local, fundada em 1980, eles fazem essa afermaçao para enfatizar a singularidade dos vinhos Rufina das diversas sub-denominação de Chianti.

Das sete areas esistente, Rufina também é a menor: ocupa uma área de 12.483 hectares.

As grandes mudanças de temperatura entre a noite e o dia, a geologia do solo composto de marga e calcário, a exposição ao sul, dar a possibilidade de obter vinhos de base sangiovese com um caráter original.

Na área de Rùfina desde 1999 tem havido muitos investimentos, tais como a renovação das vinhas, mas também um trabalho de zoneamento que durou 4 anos, e foi dirigido pela Faculdade de Agricultura da Universidade de Milao. Foi mapeado praticamente todos os Chianti Rufina, e dividido em "unidades de vocações" (Pelago, Grignano, Sieci, Selvapiana, Nipozzano, S.Brigida, Rufina, Colognole, Pomino, Contea e Frascole) nos cinco municípios que compõem com o nome (Dicomano, Londa, Pelago, Rufina, e Pontassieve).

Mas a utilizaçao das areas mapeadas, vai depender de cada produtor, eles que vao decidir se utilizar ou nao as informação contida neste trabalho de zoneamento, no momento que forem investir em seus vinhedos. Certamente esse mapeamento è um estrumento util para o conhecimento do territorio. Caso tudo isso venha aplicado, se valorizarà as diferenças entre cru, coisa tao invejada dos italianos, dos produtores que estao do outro lado dos Alpes.

Quem jà teve a ocasiao de degustar os vinhos Chianti Rufina, sabe que os mesmo são caracterizados por uma elevada acidez e taninos firmes.

Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
Fonte: D.V

quinta-feira, 10 de março de 2011

A comprar do vinho na enoteca

Para um amante de vinho não há nada mais gratificante do que a compra de uma garrafa de vinho. Entrando em uma adega, o impacto é mágico. E' muito prazeroso ver aquele enorme quantidade de garrafas espostas, bem organizadas e brilhando, sem falar na infinidade de rótulos em exposição.

As lojas de vinho oferecem uma grande vantagem na hora da compra, as adegas oferecem varias tipologias de vinhos e de diferentes fabricantes. A ampla gama abrange também as safras, e diferentes preços entre os vinhos do mesmo tipo, dando muitas oportunidades de escolha na hora da compra.

A verdadeira força de uma enoteca estar em disponibilizar ao consumidor o conhecimento e experiência, (pelo menos è o que se ver na Italia, em relaçao ao Brasil, entrei para comprar vinhos em adegas, onde a vendedora demostrava pouco conhecimento no assunto, coisa grave na minha opiniao, quando se trabalha em um ambiente deste tipo).

Uma otima loja de vinho deve ser capaz de aconselhar, orientar, satisfazer o cliente, sugerindo a melhor escolha de acordo com suas necessidades. Estes requisitos são geralmente relacionadas com a harmonizaçao de um vinho selecionado com o prato que pretendo servir para aquela ocasião.

Neste caso, o cliente que entra em uma adega de vinho, mesmo sem ter ideias claras sobre o rótulo que pretende comprar, pode enfrentar uma pessoa treinada, muitas vezes, um sommelier, que pode orientá-la adequadamente. Muitas vezes, se consolida uma relação entre cliente e o sommelier, e isso faz com que aquela loja de vinhos fique por conhecer os gostos do cliente e, portanto, è ele que antecipa as demandas e sugere alternativas que possam melhor atender as expectativas do seu cliente.

De alguma forma quando se compra o vinho diretamente em adegas, e quando encontramos pessoas preparadas, se obtem muitas informaçoes uteis.

E nao para por aqui, a compra do vinho na adega è  uma garantia do ponto de vista do armazenamento adequado das garrafas.
Eu compro meus vinhos em adegas, ou diretamente do produtor quando tenho essa oportunidade. Adoro o ambiente das lojas de vinhos, sem falar na preparaçao do pessoal, muitos vezes chego là com uma idea de vinho, e volto pra casa, com muitos outros vinhos que Eletra me indica (dona da adega onde efetuo minhas compras), atè hoje nao teve um vinho que ela me indicasse que nao voce otimo.

Indico a Enoteca Pavarotti a Carpi (MO), è aqui onde faço o abastecimento da minha adega pessoal.

Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com

sexta-feira, 4 de março de 2011

Umbria: arte, cultura, verde e vinho de qualidade

Como não se encantar pela Umbria? Uma terra tão rica em história, cultura, belezas naturais, comida maravilhosa e vinho?

As verdes colinas da Umbria  lembram muito a vizinha Toscana: pela sugestiva paesagem, mas também pelo potencial vitivinicolo, favorecido por solos ricos em calcário e um clima que sempre se mostrou apreciado da parte dos vinhedos.

Quem nunca bebeu ou uoviu falar de Orvieto, Montefalco Sagrantino, classificado entre os grandes vinhos da enologia mundial. Tambèm tem Torgiano (o qual vinho Tinto Reserva, obteve em 1990, o DOCG: Denominaçao de Origem Controlada e Garantida).

Mas quando se cita Orvieto, nao posso nao mencionar a empresa mais representativa do vinho da Úmbria. E' o Castello della Sala, de propriedade de Antinori, que quase vinte anos atrás iniciou a revolução enologica regional com o seu vinho Cervaro, produzido com chardonnay e Grechetto, forse o vinho branco mais importante do pòs-guerra. Outro vinho significativo do produtor è o Muffato della Sala, vinho de meditaçao com poucos rivais no mundo.

Nas colinas perugina da Umbria opera outra grande empresa, a dos irmãos Sportoletti, o seu vinho Villa Fidelia, è considerado um dos melhores vinho tinto de toda a produção de tintos da Itália central.

Proximas postagens: 2 estradas do vinho na Umbria

Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.it

quinta-feira, 3 de março de 2011

Mozart combate a ansia

Um estudo da Universidade de Toronto dimostra que a musica di Mozart combate a ansia, eles usa uma terapia denomida a "terapia de Mozart" para neutralizar as extra-sístoles, acalmar a crise de ansiedade e acelerar o processo de aprendizagem. A alta freqüência determina a pressão sonora do tímpano, que visa regulamentar a atividade do estribo na orelha, assegurando, através da via, um equilíbrio geral.



Quando as freqüências mais altas atingem o ouvido com a música de Mozart, o córtex cerebral se "recarrega" de ondas elétricas mais relaxantes e os órgãos internos, como tambèm o coração, funciona sem ansiedade.


Sugestão prática: se voce sente a respiração ofegante e o coração, que "quer sair pela boca" o ideal é ouvir uma sinfonia, um quarteto ou uma ópera de Mozart por 20-30 minutos. Para concentrar-se o quanto possível, o melhor é ficar em uma posição relaxada e com olhos fechados.

Eu vou provar!

Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
Fonte: Gioia

quarta-feira, 2 de março de 2011

SOB O SOL DA TOSCANA

Este livro conta a historia da escritora norte-americana Frances Mayes, a qual decide de se mudar para uma casa de campo abandonada na região de Toscana, na Itália. Em forma de diário, o livro descreve as delícias e agruras da reforma da casa, dá receitas de pratos e vinhos para os apreciadores da boa mesa e também serve como minucioso guia turístico. Nele, Mayes faz com que o leitor a acompanhe à medida que vai descobrindo a beleza e a simplicidade da vida no interior da Itália. O filme homônimo, estrelado por Diane Lane, foi inspirado no livro.

Particularmente, eu espera muito mais desse livro, eu sou uma pessoa completamente apaixonada pela Toscana, o titolo do livro foi muito sugestivo, e dicidi compra-lo, mas na verdade sò li atè 130 paginas e decidi abandonar a leitura, achei muito monotono, e sem muita emoçao, jà nao aguentava mais ela falando na reforma da casa. Resumindo nao gostei do livro, pode ser porque eu nao sou uma que pulo de felicidades por livros de romance.

Mas quem sabe voce nao goste. Na verdade a minha opiniao se trata apenas de uma questao pessoal.

Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com

terça-feira, 1 de março de 2011

A compra do vinho diretamente com o fabricante

O vinho tem sido visto não apenas como uma bebida, mas como uma fonte de prazer. Por isso mesmo, o amante do vinho é naturalmente levado a curiosidade sobre quem o produz e o que está por trás daquela garaffa de vinho. O resultado disso, é que buscamos descobrir as origens do que colocamos a nossa mesa, e o prazer de saber quem produziu a garrafa, daí parte uma imensa vontade de visitar a vinícola produtora.

E' indo atè as vinicoloas que os consumidores poderao descobrir todo o processo produtivo que deu origem ao vinho e ver como os produtores trabalham na cantina e na e vinha. É nessas ocasiões que a paixão do enólogo é transferido para o consumidor, porque o fabricante é a alma do vinho que produz. Ninguèm melhor do que ele para falar do seu próprio vinho, a sua história e os méritos. Motivando profundamente a compra de uma garrafa.

Visitar uma vinicola é, portanto, uma oportunidade de compra de fascínio particular. Um vinho comprado pelo produtor, tem um valor agregado emocional evocada pela memória de sua compra. Entre outras coisas, os preços sao mais atraentes do que em outros lugares e comprando o vinho do produtor você tem certeza de compra-lo nas melhores condições possíveis.

Aqui na Italia adoro visitar as vinicolas, sempre que viajo nas varias regioes do paìs, sempre paro para visitar algumas e volto pra casa com a mala do carro repleta de vinhos. Mas o que mais me apaixona durante essas visitas è o contato humano e acolhente que alguns produtores transmetem, da para ver nos seu olhos, a satisfaçao e amor, no momento que descreve os seu vinhos e a sua historia, normalmente trasmitidas de pais para filhos. Vale a pena viver essa emoçao!
 
Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A compra do vinho ao supermercado

Quando decidimos comprar uma garaffa de vinho, a primeira coisa que vem em mente è: Onde posso efetuar uma boa compra?


Alèm das lojas de vinhos, sites de vendas on-line, e a compra diretamente do produtor, coisa muito comum na Italia, esiste outro lugar que ultimamente tornou-se um fato de grande importância na compra de garaffas de vinho: o supermercado.

Para a compra de vinhos importantes, na minha opiniao o ideal è ir a uma loja de vinhos, mas se o vinho que voce deseja comprar è aquele para beber no dia-a-dia, o supermercado é certamente uma alternativa viável e conveniente. Geralmente, os preços sao inferiores aos da enoteca, mas também é verdade que os supermercados não oferecem o mesmo conselho e profissionalismo que voce encontra nas lojas especilazadas na venda de vinhos.


Dificilmente nos supermercados voce vai encontrar um especialista que possa descrever os vinhos como em uma adega.

Penso que é preferível comprar ao supermercado quando voce já conhece o vinho ou tem uma idéia clara do que você quer. Isso pode evitar a confusao na escolha entre uma infinidade de rótulos.

Para ajudar na escolha do consumidor, recentemente na Italia se estar esvilupando uma tendência nos grandes supermercados, onde um departamento è dedicado aos vinho e gerenciado por um sommelier profissional.
Acho isso importante para garantir qualidade aos consumidores e um correto armazenamento das garrafas.

Além disso, seria importante que o supermercado assegurasse um serviço pós-venda: o vinho estragado deveria ser substituído ao cliente.

Se um supermercado tem a capacidade de fornecer garantias suficientes de qualidade, serviços profissionais aos clientes e serviço pós-venda, ai sim, a diferença em comprar um vinho em uma adega ou no supermercado fica muito pequena. A nao ser para os grandes vinhos que ainda não entraram para vendas em supermercados.

Eu particolarmente, evito a compra de vinhos em supermercados por varias razoes. Adoro comprar vinhos em adegas e diretamente com os produtores, nunca comprei um garaffa on-line.


Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Educaçao e cultura no mundo do vinho

A França, pensando no aspeto educativo e cultural em relaçao ao vinho, fundou 1989, em Beaune, o Ateneu de la Vigne et du Vin: é um espaço multicultural de 1.200 metros quadrados dedicado a livros de enografia, vinhos e gastronomia do mundo.
E' uma das maiores bibliotecas de Borgonha e referência absoluta para todos os amantes do vinho. O Ateneu si encontra em frente ao Hospícios de Beaune, no centro da cidade.
Tudo em um sò lugar: livros, mapas dos vinhedos, objetos, os vinhos da Borgonha: a intersecção de paixão entre vinícolas e artes culinárias, humor e etc.


                                                         Livros:
A única biblioteca com mais de 10.000 títulos, dos quais 3.000 são listados especificamente sobre vinho e gastronomia: um campo de classe mundial.


                                                         Vinho:
Um espaço totalmente climatizado, espera por você onde você pode viajar entre os cerca de 200 vinhos da Borgonha, mas também de todo o mundo.

                                           Acessórios para vinho:
Uma seleção de mais de uma centena de decanter e outros acessórios relacionados como taças de vinho, saca-rolhas, presentes (gravatas, abotoaduras, alfinetes). Lugar ideal para quem ama fazer shopping relacionado ao mundo do vinho.

Agora è sò arrumar as malas e fazer uma visita!

Site: http://www.athenaeumfr.com/

Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O que fazer se não se tem uma adega?

Se você não tiver uma adega, com pequenos truques, o vinho pode ser armazenado em casa.
  1. Primeiro, você pode direcionar-se a compra de uma adega móvel, com temperatura controlada , esiste no mercado adegas de vários tamanhos, formatos e capacidades, com a temperatura ideal para o armazenamento separado dos diferentes tipos de vinho.
  2. Se você optar por não usar a adega-móvel, procure na sua casa uma area fresquinha, longe da luz e das janelas, para que nao possa entrar os raios do sol. Nunca coloque as garrafas perto de um aquecedor ou outra fonte de calor em geral. Para que não se gerem odores ruins é importante manter a rolha úmida e em contato com o vinho, por isso quando as garrafas devem ser armazenadas por longos períodos devem ser mantidas na horizontal.
Depois de abrir a garrafa, se o vinho for tinto deve ser conservado em temperatura ambiente e consumido dentro de poucos dias, se o vinho é branco depois de aberto você pode conserva-lo na geladeira, onde não deve ficar muito tempo.

Você deve também manter as garrafas de vinhos longe dos alimentos e, geralmente, não coloca-las em contato com aromas intensos e perfumes, que podem ser transmitidas através da rolha para o vinho.
Existe no mercado uma pequena bomba utilizada para sugar o ar da garaffa aberta através de um plug, isso permete que o vinho se conserve em um modo melhor e por um longo período de tempo, no caso dos vinhos espumantes, em vez aspirar se deve bombear o ar para preservar a sua "efervescência.

Se nao se tem um lugar adeguado em casa para conservar o vinho, o ideal è nao comprar um grande número de garrafas, e è bom mudar em modo continuo e rapido as garaffas em estoque.

Eu uso na minha residencia a adega da Samsung com capacidade de 52 garaffas de vinhos, multiplo controle de temperatura, proteçao aos raios UV, display digital e iluminaçao a LED. Estou muita satisfeita e recomendo.
Visite essa pagina para maiores detalhes: http://www.samsung.com/it/consumer/home-appliances/built-in/wine-cellar/RW52DASS1/XES/index.idx?pagetype=prd_detail

Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Buyers brasileiros no Winett 2011

O evento, realizado em Veneza, em Março de 2011, basei-se no slogan "Os fatos, não palavras". O Winett è um evento feito para atender apenas os compradores.
O evento acontece durante três dias, um dia è reservado para a Europa, outro para as Américas e Ásia, participaram desse encontro uns trinta buyer, seleccionados entre mais de duzentos, os quais se encontraram com os produtores italianos.
A formula è a seguinte: a cada vintecinque minutos "se toca uma campanhia" e cada empresa vai entrando, e neste tempo limitado cada um deve apresentar sua própria realidade vitivinicola.
O Winett há uma outra peculiaridade. Nao sao os compradores a ir atè a mesa dos produtores, mas são sao as vinícolas que vao atè a mesa do comprador.

Mas o que distingue este evento?

Winett se baseia em quatro elementos:

  1. uma análise dos mercados internacionais 
  2. a procura de compradores com bom potencial de crescimento e os interessados em ampliar o portfólio de empresas,
  3. o estudo das expectativas dos compradores e
  4. análise das ofertas das empresas produtoras.
Esse è um evento que promete, porque nao è todos os dias, que se tem a ocasiao de encontrar em um sò lugar, compradores do Brasil, China, Índia, Malásia, Polônia, Texas, apenas para citar alguns paises.

Winett fez algumas perguntas a partecipantes do evento, para entender o que o mundo espera do vinho italiano.

Do Brasil quem falou a Winett foi Luciano Furquim da Vital Gourmet.

Winett - Que tipo de empresa que você procura?
Luciano: Empresas com vinhos de qualidade superior, que nao seja ainda conhecido no Brasil, mas com resultados excelentes nos guias dos países como Itália, Reino Unido e EUA.

Winett - Qual é a situação do vinho italiano em seu país (Brasil)?
Luciano: No Brasil, o vinho é interessante, mas há pouca cultura, se bebe dois litros de vinho por ano por pessoa. Mas eles estão crescendo no mercado e também a qualidade, e se ontem foi pago 2 dollares por uma garrafa agora se paga 3. No Brasil de hoje 60 por cento dos vinhos italianos importados é Prosecco e Lambrusco, de fácil abordagem, e a Itália é o quarto maior fornecedor do mercado, após Chile, Argentina e Portugal.
Mas as coisas estão mudando e há boas perspectivas de crescimento.

Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Vitis vinifera

As primeiras videiras selvagens, denominada Vitis silvestris povoava a terra 60 milhões de anos atras, enquanto as de Vitis vinifera, a atual videira de vinho conhecida como Vite Europeia, apesar da origem sul-asiática, fez sua aparição mais tarde, por volta provalvemente de um milhão de anos atrás, como evidenciado pelos fósseis encontrados em Travertino de S. Vilvaldo na Toscana e de Fiano Romano.

Em algumas áreas Euro-asiático o cultivo de uva para a produção de vinho remonta a tempos muito recentes, cerca de 5000 A.C, mas as primeiras videiras coltivadas em muda chegaram na Itália por volta de 2000 A.C.

A viticultura na Itália não seguiu apenas a tradição grega, pois já no VIII século. A.C. Os etruscos usavam as árvores para apoiar os ramos da videira.

Mas não foi só o frio a ser um grande inimigo da videira. O destino da espécie Vitis vinifera tem lutado contra mil dificuldades, inclusive entre o meio e o final do 800, o ataque do mofo, fungo parasita que veio da América, e que afetou sobretudo as vinhas francesas e a reduziu de 90%. Ainda mais terrível foi a filoxera, um inseto praga  que atacou as raízes da videira, e que destruiu 85% do património vitivinícolo europeu.

Apenas nos primeiros anos dos 900, com o enxerto das videiras europea sobre raiz de origem americana resistentes à filoxera, foi possível reconstituir as vinhas do Velho Mundo, embora muitas variedades não foram recuperados. Como o problema da filoxera não foi resolvido por completo a única maneira de evitar a repetição de tais catástrofes se continua a recorer ao sistema do enxerto, utilizando os pés de origem americana.

As variedades de Vitis vinifera mais populares em vários continentes são cinquenta, embora na realidade sejam numerosos.

Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Ferrari Spumante

Este nome não é apenas sinônimo de carro de luxo e velocidade, mas tambem o nome de um vinho espumante italiano. A Ferrari Spumante é, de fato, a marca italiana que mais recebe prêmios, o único a ter obtido três vezes o Oscar do vinho.

Em uma degustação as cegas realizado pela revista alemã Weinwelt, foi considerado o melhor espumante do mundo, à frente de nomes como Bollinger e Dom Pérignon. Com mais de um século de história, a Ferrari Spumante Trento está sempre presente nas principais celebrações esportivas, no mundo da moda, das artes, políticas, cultura, música e entretenimento. Todos escolhem estes espumante para celebrar suas vitórias: è o vinho presente nas festas mais esclusivas em todo o mundo.


Ele é o preferido pelas estrelas de Hollywood na comemoraçao do premio Oscar, e durante o Premio Nobel. A marca Ferrari Spumante, de propriedade da familia Lunelli, è a primeira casa italiana de vendas e prestigio, e estar entre os dez melhores do mundo, com mais de 5 milhões de garrafas vendidas ao ano. A Ferrari produz apenas nas safras top e esclusivamente com uvas Chardonnay, cultivada nos vinhedos de propriedade da familia ou sob o controle dos seus 8 enologos. Se utiliza somente o Metodo Classico, que consiste em transformar um vinho branco em espumante com a segunda fermentaçao diretamente na garrafa.

O Metodo Champenoise utiliza o mesmo procedimento, mas esse termo sò pode ser usado para a produção do Champagne na França.

As garaffas sao giradas por remuage para concentrar os sedimentos no gargalo

A história do vinho espumante método clássico italiano está indissoluvelmente ligada com o valioso trabalho de Giulio Ferrari: ele em 1902, fundou sua vinícola na cidade de Trento, na regiao Trentino, e sua iniciativa marcará profundamente o desenvolvimento da enologia italiana. O jovem Giulio Ferrari, chegou a estudar na famosa Escola de Viticultura em Montpellier, na França. Ele trabalhou por algum tempo em Epernay, no coração de Champagne, e foi ali que aprendeu os segredos da produção do vinho espumante método clássico. Retornando a Italia e acreditando no potencial da sua terra natal, começou a colocar em pratica sua esperiencia.

Exigente e teimoso, em apenas poucos anos conseguio produzir seu famoso vinho espumante, e isso será apenas o começo de um sucesso contínuo na Itália e no mundo. Hoje na Cantine Ferrari repousa, em média, cerca de 20 milhões de garrafas de vinho espumante método clássico Ferrari Trento Doc (Denominaçao de Origem Controlada).

Aqui repousam mais de 20 milhoes de garrafas de Espumante Ferrari Metodo Classico


Durante todo o pecurso e degustaçao tivemos a honra de ter como guia, Marcello Lunelli, enologo número um da casa Ferrari e vice-presidente. Ele merece os meus parabèns, nao so pela disponibilidade, mas tambèm pelo carisma, simpatia e semplicidade com que nos recebeu na sua prestiosa cantina.


                              Vinhos degustados por Micheline:


Villa Margon 2007: um vinho branco seco, semi aromatico, produzido com uvas Chardonnay, è um Trentino Superiore Doc (Denominaçao de Origem Controlada e Garantida). A família Lunelli, desde os anos oitenta, desejava ao lado da Ferrari Spumante, produzir outros tipos de vinho, que compartilhase os valores de fundo da familia: alta qualidade, requinte e fortes laços com o território. Villa Margon faz partes de dos novos produtos da empresa Lunelli, entre outros como vinhos tintos, grappa, agua mineral, todos com selo de alta qualidade..

Ferrari Perlè: ao degustar um Perlè, voce logo percebe a grande elegancia deste vinho e suas finesas aromáticas, carateristicas que se sente tanto ao olfato quanto ao paladar. E’ um excelente espumante, fresco e delicado e com uma estrutura importante. Ideal a paladares refinados. Excelente com pratos de peixe. Este vinho è feito com a uvas Chardonnay cuidadosamente selecionadas, e colhidas a mao, em setembro. O seu periodo de amadurecimento è de 5 anos ''sobre as leveduras'' na garrafa. Hà um teor alcolico de 12,5%, ao olfatto um bouquet intenso, particularmente refinado, com notas de amêndoa, de maçã, e casca de pão. A primeira safra de produçao foi em 1971.

Ferrari Perlè Rosè: vinho feito com uvas Pinot Nero a 80%, Chardonnay a 20%, provenientes dos vinhedos da familia. A colheita è feita a mao no final de setembro. O periodo de maturação è de 5 anos. Teor alcolico 12,5%l. A Primeira safra de produçao foi em 1993.

Ferrari Riserva Lunelli: feito com uvas Chardonnay, cuidadosamente seleçionadas e colhidas a mão. Este vinho amadurece 8 anos “sobre as leveduras“ na garaffa. A sua área de produção è Maso di Villa Margon, vinhas de propriedade da Família Lunelli nas colinas de Trento. Hà um teor alcolico de 12,5%. A primeira safra de produçao foi em 2002.

No Brasil voce encontra alguns vinhos Ferrari, como:

  • Ferrari Maximum Brut: R$ 167,90

  • Ferrari Rosè: R$ 182,60

  • Ferrari Demi Sec: R$ 157,10

  • Giulio Ferrari Riserva del Fondatore: R$ 538,20. Este vinho honra o nome do fundador. Ele sempre foi considerado uma jóia da enologia italiana, confirmado por inúmeros prêmios de especialistas desde 1972, ano da primeira safra. Nenhum outro vinho na Italia, recebeu mais premiaçoes do que o Giulio Ferrari Riserva del Fondatore, só no Gambero Rosso, foram 18 tree bicchieri, alèm das notas máximas recebidas no guia Veronelli, no Bere Bene Spumante e no Guida L’Espresso. E, por três vezes arrematou o Oscar del Vino do Duemilavini. Sem contar os inumeros premios internacionais. E’ produzido com 100% uvas Chardonnay, e ha um periodo de amadurecimento de 10 anos.

Seleçao dos grandes vinhos Riserve (reserva)

Fonte:  Coluna Intercambio do portal Vinho Club
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
Site Ferrari Spumante: http://www.cantineferrari.it/

domingo, 2 de janeiro de 2011

Barbaresco

O Barbaresco é um vinho tinto do Piemonte, e estar na lista dos mais famosos da regiao, já conhecido pelos romanos, este vinho nos séculos sò melhorou a sua imagem, e hoje é consagrado como uma das melhores realidades em termo de vinho, e essa fama nao è apenas na Italia.

A área de produção inclui os municípios de Barbaresco, Neive, Treiso e Alba na província de Cuneo.
O solo das colinas a leste de Alba é geralmente argilo-calcários e estão localizados entre 350-450 metros acima do nível do mar. Os fabricantes dessa area produzem vinhos excepcionais, mas isso não quer dizer que os outros produtores, que se encontram em outras areas nao produzam vinho muito validos tambèm.

Sempre elegante, o Barbaresco expressa personalidades diferentes, dependendo dos terrenos: os vinhos de Treiso são mais estruturados, os de Neive sao mais refinados, e em Barbaresco se encontra a area mais antiga de produçao.

Durante muitos meses, o vinho é envelhecido em barris e melhora o seu sabor sempre suave, expressando todo o calor, mantendo-se ricos em taninos, que lhe dão grande estrutura.

Carateristicas:
Uva: Nebbiolo

Teor alcoólico minimo: 12,5%

Perriodo de envelhecimento: Mínimo 26 meses

Melor epoca para o consumo: em média 10-15 anos, mas pode ser mais longo.

Existe tambèm outros tipos de Barbaresco, com um envelhecimento mínimo de 50 meses.

Com certeza este vinho satisfaz até os mais exigentes paladares. O Barbaresco combina com perfeição com pratos de carne vermelha, rico de aromas e sabores intensos e persistentes, outra boa ideia è tomar esse vihno com um prato preparado com as famosas trufas de Alba, ou com pratos de caça e queijo envelhecido.

Saiba mais: As primeiras garrafas de Barbaresco foram comercializadas em 1894, graças ao grande especialista de vinicultura Domizio Cavazza, o qual reuniu uma dúzia de produtores locais, criando a Cantina Sociali di Barbaresco, para a produçao desse grande vinho.

O Barbaresco foi reconhecido como DOCG (Denominaçao de Origem Controlada e Garantida) em 1980.


Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Em clima natalino


O Blog L'ITALIA IN UN BICCHIERE, presenteia os seus seguidores à meia noite do dia 25 de dezembro, com o sorteio de um vinho. Sabe aquela garaffa da minha lista de preferidos.

E' apenas uma pequena lembrancinha direto da Italia para voce.

Para partecipar seja um dos seguidores do Blog em: www.italiain1bicchiere.blogspot.com , ou seja um dos nossos follower no Twitter: http://twitter.com/vinhoitaliano , ou no NetworkedBlog do Facebook.

Obs: Se voce segue o Blog nos 3 endereços, voce tem mais chance de ganhar. Partecipe!

Como de diz na Italia, "In Bocca al Lupo", Boa Sorte e muitos brindes!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O menor barril do mundo

Para todos os apaixonados pelo mundo do vinho, ai vai uma idéia para o presente de Natal.

Em homenagem a Gianni Masciarelli e sua arte de vinho.
Foi produzida inteiramente à mao por Tom Westerich uma caneta em ebonite, ouro 14 quilates e seis varas de barricas de carvalho frances da adega original, onde foi envelhecido o vinho do produtor da regiao de Abruzzo.

E' uma ediçao limitada, e custa  € 798 euros.

Voce pode comprar diretamente na empresa Masciarelli, quem sabe durante uma degustaçao dos seus vinhos. http://www.masciarelli.it/

Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Salada de macarrão com mussarela e berinjela

Em apenas 20 minutos voce prepara essa receita, è facil facil.

Ingredientes para 4 pessoas:

320 g de macarao penne
250 g de mussarela
1 berinjela
10 tomates cereja
manjericão
azeite extra-virgem
sal, pimenta

Preparo:

  1. Lave a berinjela, seque e corte em cubos.
  2. Coloque uma panela no fogão com o óleo e frite a berinjela em cubos. Adicione o sal. Quando estiver cozinhado, coloque em uma tigela.
  3. Corte os tomates em fatias e regue com azeite, uma pitada de sal, pimenta e manjericão.
  4. Ferva o macarrão em água salgada, retire o macarrao do fogo quando nao è molto cozinhado, como se diz na Italia (al dente), escorra e coloque o macarrao dentro de uma panela com agua salgada e gelo, depois escorra novamente.
  5. Tempere a massa com um pouco de azeite e adicione o tomate e beringela.
  6. Termine com mussarela cortada em cubos.
Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Esiste conflito de interesse no mundo do vinho?

Serà que o nosso querido vinho, do qual escrevemos com tanta paixão é estranho ao conflito de interesse?


Quando o assunto é conflito de interesse, da política à economia, passando pelo Judiciário, entre outros, essa palavra faz parte do cotidiano, existem alguns setores na Itália e no exterior que nao conseguem evitar o uso pessoal de seus cargos. Incluindo o vinho.

Sabemos que sao muitos os serviços de avaliação de vinhos presentes no mercado.
Mas esiste uma organização não-partidária, como o Sec em matéria de finanças, com o objetivo de evitar conflito de interesse pontencial?

O que sabemos, è que esiste um grande número de serviços de classificação de vinhos, financiados por todos que compram aquela tao prestigiosa garaffa de vinho.

Entre os principais estar a The Wine Advocate de Robert Parker, o The Burghound de Allen Meadows e a The Wine Spectator Magazine. Sao esses os chamados críticos de vinhos, e o mais famosos é Robert Parker, o qual anualmente visita varias cantinas de produtores no mundo, degustando seus vinhos e dando uma sua avaliaçao pessoal.

Mas é certo que a voz de um único critico influencie o nível e acima de tudo, o preço de uma etiqueta, ou seja, de uma garaffa de vinho?

Atè porque o Sr. Parker pode chegar a degustar até mil vinhos por dia, e sendo assim podemos nos perguntar: temos a certeza de que a capacidade de percepção não muda?

Ainda è atual esse metodo de avaliaçao? Especialmente na era da Internet, redes sociais e blogs relacionados ao vinho?
 
Voce sabia que o influente Wall Street Journal criticou duramente a avaliaçao de Parker e o seu newletter The Wine Advocate, depois que descobriu que uma vinícola australiana, a Wine Australia, financiou com 25 mil dólares a viagem para a Austrália no colaborador de Parker Jay Miller.
O fenômeno não é isolado, o Wall Street, tambèm mostra que outro colaborador de Parker, chamado Mark Squires, teria ido a Portugal, Grécia e Israel sempre com viagens pagas por agências governamentais ou empresas vitivinicolas.
 
Voce pode ler a materia neste link: http://online.wsj.com/article/SB124330183074253149.html
 
Serò que a difusao de enofilos, blog e criticos de vinhos na internet, nao esteja abalando alguns metodos de pontuaçoes de vinhos, jà fonte de tantas duvidas no passado?

Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com
Foto: vini e sapori
Fonte: Rating: è bufera anche sul vino, de Lorenzo Simoncelli.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Barbera del Monferrato Superiore

Este vinho é muito consumido no cotidiano do piemontês. Como na Emilia-Romagna voce encontra uma garaffa de Lambrusco durante as refeiçoes, no Piemonte nao falta na mesa, um vinho Barbera.

Hoje a barbera ocupa cerca de 50% do panorama vitivinicolo do Piemonte, durante um certo periodo esse vinho foi um pouco esquecido na Italia, e atè mesmo desvalorizado, mas o reconhecimento de DOCG Barbera del Monferrao Superiore, marcou o rinascimento deste vinho entre os maiores protagonistas nacionais.

A área principal de cultivo da uva Barbera, documentado pela primeira vez no Piemonte, em 1798, é o Monferrato.

A disciplinar impõem que o cultivo da vinha seja feito em terrenos com argila, calcário e em colina. A altitudine não deve exceder 650 m acima do nível do mar, e os novos vinhedos plantados nao devem ter exposição ao norte.

A área de produção inclui o território de 214 municípios, 98 dos quais estão perfeitamente divididos entre o Alto e o Baixo Monferrato, na província de Alessandria, e 116 naquela de Asti, ou seja, è produzido em quase todos os municípios, exceto as de Cellarengo e Villanova d'Asti.

Uva: Barbera, pode ser utilizado tambèm a Freisa e / ou Grignolino e /o Dolcetto, no maximo de 15%.

Gradaçao alcolica minima: 13%

Envelhecimento: período mínimo de 14 meses, pelo menos, 6 em barris de carvalho de qualquer tamanho.

Melhor momento para consumir: em média 3-5 anos.

Para saber o significado de Superiore visite o link: classificaçao dos vinhos italianos

Autora: Micheline Bavutti
Contato: italiain1bicchiere@hotmail.com